sexta-feira, 28 de junho de 2013

Apostila: Noções de Hidráulica

imageProf. Dario Magno Batista Ferreira

CAPÍTULO 1 – FUNDAMENTOS DA HIDRÁULICA

1.1 - MASSA, PRESSÃO E FORÇA


Deve-se lembrar que massa é quantidade de matéria, e que ela é invariável, ou seja, não importa onde se esteja, a massa de um corpo é constante. A aceleração da gravidade é que pode mudar de acordo com o local. Para a hidráulica, as unidades de massa são Kg (kilograma) e Lbm (libra-massa)

 

Download: ftp://ftp.cefetes.br/cursos/Mecanica/Dario%20-%20IEE7/Apostila%20de%20No%E7%F5es%20de%20Hidr%E1ulica.pdf

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A Tubagem Infinita de Mo Ehsani

10 Setembro, 2012.

Fonte: Engenharia Civil .com

http://www.engenhariacivil.com/tubagem-infinita-mo-ehsani

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Um Professor do curso de Engenharia Civil da Universidade do Arizona criou um conceito que poderá revolucionar a indústria de fabrico de tubagens para construção civil. Mo Ehsani, utilizou polímeros reforçados com fibras (FRP)  – grelhas poliméricas recobertas com camadas de fibra de carbono impregnadas com resina epoxy – e um método construtivo inovador que, em teoria, permite criar uma tubagem de comprimento infinito.

A utilização de tubagens em construção civil recorre tradicionalmente à pré-fabricação, com betão, aço, ferro fundido ou polímeros, entre outros. As tubagens, de comprimento e diâmetro standard, são então transportadas para a obra e assentadas.

O sistema InfinitPipe, criado pelo Professor Ehsani, aposta no fabrico in-situ da tubagem, de acordo com as necessidades específicas da obra em termos de secção, de comprimento e alinhamento longitudinal da tubagem.

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O processo de fabrico do InfinitPipe consiste em envolver um molde tubular, de diâmetro ajustável, com camadas de grelha plástica e fibra de carbono ou fibra de vidro, impregnada com resina epoxy de secagem rápida. Após a secagem, a tubagem desenforma-se facilmente, podendo deslizar ao longo do molde e ser acrescentada uma nova secção. É esta particularidade do processo que permite o fabrico de tubagens sem juntas de assemblagem e, teoricamente, sem limite de comprimento.

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A ausência de juntas diminui radicalmente a probabilidade de fugas, o que é importante quando o líquido transportado é água, mas imprescindível quando se trata de águas residuais e fluidos inflamáveis ou tóxicos.

O processo prevê que o dispositivo de fabrico automático possa ser montado num veículo, que se vai movendo à medida que a tubagem é criada e assentada em obra.

Este processo é também mais sustentável, pois elimina a necessidade de transporte de tubagens para a obra. Apenas são transportados os materiais para fabrico, que possuem um peso bastante inferior aos materiais “tradicionais” – estas tubagens têm apenas 15% do peso de tubagens correntes com a mesma resistência.

Também os custos de manutenção são menores, uma vez que os FRP não estão sujeitos a corrosão e não necessitam de proteção catódica.

Ainda este ano, vai ser pela primeira vez utilizado o InfinitPipe em larga escala, numa obra de cerca de 11 milhões de dólares que faz parte do projeto de abastecimento de água de Navajo-Gallup.

Imagens: Universidade do Arizona, InfinitPipe, PipeMedic

Fonte: Universidade do Arizona, PipeMedic

sábado, 22 de junho de 2013

Concreto moderno importa tecnologia da Roma Antiga

Meio ambiente

Redação do Site Inovação Tecnológica - 21/06/2013

 

Concreto moderno importa tecnologia da Roma Antiga

Enquanto o ambiente marinho corrói rapidamente o concreto moderno, amostras de concreto romano são coletadas intactas no fundo do mar. [Imagem: D. Bartoli photo, courtesy of J.P. Oleson]

Em uma época conhecida como Era do Conhecimento ou Era da Tecnologia, pode soar estranho o que fez uma equipe internacional geólogos e engenheiros - eles foram procurar uma solução para um problema moderno no passado remoto.

Trabalhando para tornar o concreto usado na construção civil mais durável e mais sustentável, Marie Jackson e seus colegas encontraram inspiração no concreto fabricado na Roma Antiga.

Jackson foi orientada pelo brasileiro Paulo Monteiro, atualmente professor na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos.

Concreto romano

O concreto romano, fabricado há mais de 2.000 anos, continua sustentando estruturas, sem sinal de deterioração, enquanto o concreto moderno mostra sinais claros de degradação apenas 50 anos depois de sua fabricação.

Segundo a equipe, o segredo está em um composto altamente estável, conhecido como silicato hidratado de cálcio e alumínio. É esse composto que dá liga ao concreto romano, que foi usado para construir algumas das estruturas mais duráveis do mundo ocidental.

O processo de fabricação do concreto romano também era muito menos danoso ao meio ambiente do que o atual.

O processo de fabricação do cimento portland, o principal componente do concreto, usa combustíveis fósseis para queimar o carbonato de cálcio, ou calcário, e argilas a uma temperatura de 1.450º C - 7% das emissões globais de CO2 vem da fabricação de cimento.

A produção do concreto romano, por sua vez, exigia temperaturas equivalentes a dois terços da temperatura necessária para fabricar o cimento portland. O processo, descrito no ano 30 A.C. por Marcus Vitruvius Pollio, engenheiro do Imperador Augusto, emprega cinza vulcânica, que os romanos combinavam com cal para formar uma argamassa.

Eles embalavam essa argamassa e pedaços de pedras em moldes de madeira e mergulhavam tudo na água do mar.

Ou seja, em vez de lutar contra os elementos marinhos, os maiores inimigos do concreto moderno, os romanos aproveitavam a água salgada, tornando-a parte integrante do concreto.

Essa combinação dá origem a um outro mineral, também descrito pela primeira vez pela equipe, a tobermorita de alumínio, que ajuda a explicar a resistência do concreto imperial.

 

Concreto moderno importa tecnologia da Roma Antiga

Os pesquisadores caracterizaram pela primeira vez os complexos minerais que explicam a durabilidade do concreto romano. [Imagem: UC Berkeley]

 

Durável demais

"O concreto romano se mantém coerente e bem consolidada há 2.000 anos nos agressivos ambientes marítimos," comenta Marie Jackson. "É um dos materiais de construção mais duráveis do planeta, o que não é nenhum acidente - o transporte marítimo estava na base da estabilidade política, econômica e militar do Império Romano. Assim, construir portos que durassem era algo crítico."

E por que as fábricas modernas não usam a tecnologia romana para fazer concreto durável?

"Você pode argumentar que as estruturas originais romanas foram construídas tão bem que, uma vez no lugar, elas não precisavam ser substituídas," sinaliza a pesquisadora.

Outra razão pode ser a pressa moderna: o concreto romano não endurecia tão rapidamente quanto o concreto moderno.

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Bibliografia:
Material and Elastic Properties of Al-Tobermorite in Ancient Roman Seawater Concrete
Marie D. Jackson, Juhyuk Moon, Emanuele Gotti, Rae Taylor, Sejung R. Chae, Martin Kunz, Abdul-Hamid Emwas, Cagla Meral, Peter Guttmann, Pierre Levitz, Hans-Rudolf Wenk, Paulo J. M. Monteiro
Journal of the American Ceramic Society
Vol.: Article first published online
DOI: 10.1111/jace.12407/abstract

quarta-feira, 19 de junho de 2013

As 10 construções mais antigas do mundo

Fonte: http://www.pipocadebits.com/2011/08/as-10-construcoes-mais-antigas-do-mundo.html
SEGUNDA-FEIRA, 29 DE AGOSTO DE 2011

“Não se fazem mais prédios como antigamente”. No fim das contas você já deve ter escutado esta frase trocando “prédios” por qualquer outra coisa. Parece que qualquer coisa feita no passado é mais durável do que os mais recentes lançamentos. O que infelizmente parece ser verdade, afinal existem geladeiras do tempo da minha avó que ainda funcionam. Alguns eletrodomésticos mais modernos não parecem ser feitos para durar mais de 3 anos.

Quando o assunto são edificações a distância parece ainda maior, pois por mais bem construído que seja o seu prédio, não levo muita fé que ele irá durar centenas de anos como as casas do Pelourinho ou milhares de anos como as pirâmides do Egito.

Agora se você acha que estas pirâmides famosas são as únicas duráveis, espere só até conhecer as 10 construções mais antigas da história

O Túmulo do Rei – Suécia

predios mais antigos tumulo do rei

Construído durante a Era do Bronze Nórdica, por volta de 3 mil anos atrás. Era um túmulo para duas pessoas  e era maior do que o comum para a época.

Naveta des Tudons – Espanha

predios mais antigos Naveta des Tudons

Esta tumba foi construída há mais de 3.200 anos e descoberta em 1975. Lá foram encontrados os restos mortais de mais de 100 homens e seus pertences mais valiosos, como braceletes de bronze e botões de cerâmica.

Tesouro de Atreus – Grécia

predios mais antigos Treasury of Atreus

Este monumento funerário foi construído há cerca de 3.250 anos, durante a Idade do Bronze e por mais de mil anos ele possuía a maior e mais alta cúpula da Grécia. Este título perdurou até a compleição do Panteão.

Caral – Peru

predios mais antigos caral

A mais velha cidade conhecida das Américas foi construída há mais de 4.600 anos. Durante aquela época foi convertida a cidade-estado, rodeada por outras civilizações reunidas ainda no que se denomina "sociedades aldeãs".

Pirâmide de Djoser – Egito

predios mais antigos Pyramid of Djoser

Construída para abrigar os restos mortais do faraó Djoser, a pirâmide de 4.700 anos de idade é o primeiro (que se tem conhecimento) edifício monumental em pedra do mundo. Conhecida como a pirâmide de degraus de Saqqara (cidade dos mortos, na margem esquerda do Nilo), tendo sido idealizada pelo arquiteto Imhotep (lembrou de algum filme?).

Hulbjerg Jættestue – Dinamarca

predios mais antigos Hulbjerg Jættestue

Este túmulo continha cerca de 40 corpos quando foi descoberto e em um deles foi descoberto um dos primeiros trabalhos em odontologia que se tem notícia. A construção tem cerca de 5 mil anos.

Newgrange – Irlanda

predios mais antigos newgrange

Esta tumba é um dos mais famosos sítios pré-históricos do mundo e foi construído de modo que, ao nascer do sol do dia mais curto do ano (solstício de inverno), um fino raio de sol ilumina por pouco tempo o piso da câmara no final de um longo corredor. Construída há cerca de 5.100 anos, lá foram encontrados restos humanos cremados de cinco indivíduos.

Monte d'Accoddi – Itália

predios mais antigos Monte d Accoddi

Descoberto em 1954, esta construção tem entre 4.800 e 5.200 anos e era usado como altar ou templo.

Elevado de Howar – Escócia

predios mais antigos Knap of Howar

A casa de pedra mais antiga da Europa está de pé há cerca de 5.500 anos. Fazia parte de uma chácara.

Templos megalíticos de Malta

predios mais antigos Megalithic Temples of Malta

O conjunto de sete templos presentes no arquipélago de Malta são uma prova da evolução cultural da população local. Todos foram usados como templos religiosos e são os mais antigos do mundo, construídos há cerca de 5.5oo anos. Curiosamente, após o ano de 2.500 AC a cultura de construir templos dos maltas desapareceu.

Fontes: Buzzfeed e Wikipédia

segunda-feira, 17 de junho de 2013

EQUIPAMENTOS USADOS EM CONSTRUÇÃO

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EQUIPAMENTOS PARA ESCAVAÇÃO – COMPACTAÇÃO E TRANSPORTE
TADEO JAWORSKI
_____________________________________________________________
Revisão e digitalização:
Prof. Camilo Borges Neto, Ms.C. Eng. Civil; Out/2011.

E-book em PDF

PREFÁCIO
A pretensão deste trabalho é a de difundir informações que foram obtidas ao longo de vários anos e, que dizem respeito a equipamentos mecanizados.
Parte da coleta de dados ocorreu nos estágios realizados, em visitas a fábricas e na em cursos técnicos de operação e manutenção de equipamentos. (…)

Download: http://www.dtt.ufpr.br/Equipamentos/Arquivos/Apostila%20de%20Equipamentos%20Digitalizada_Tadeo_Jaworski.pdf

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cal na Construção Civil

imageFATEC SP
MCC I - AGLOMERANTES

Aglomerante Aéreo
Cal na Construção Civil

Apresentações P. Point (em PDF)

Definição:
A cal é um aglomerante inorgânico, produzido a partir de rochas calcárias, composto basicamente de cálcio e magnésio, e se apresenta na forma de um pó muito fino. Seu endurecimento ocorre por reação com o CO2.

Download: http://www.vaipav.xpg.com.br/Material/MCCI/MCCI-Cal.pdf

domingo, 9 de junho de 2013

Influência do Tipo de Cal Hidratada na Reologia de Pastas

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Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP

Departamento de Engenharia de Construção Civil

Influência do Tipo de Cal Hidratada na Reologia de Pastas

Fabíola Rago

Maria Alba Cincotto

 

Download:  http://publicacoes.pcc.usp.br/PDF/btpcc233.pdf

terça-feira, 4 de junho de 2013

Diferença entre os vários tipos de tinta

Fonte: http://casaeimoveis.uol.com.br/tire-suas-duvidas/arquitetura/qual-e-a-diferenca-entre-os-varios-tipos-de-tinta-como-saber-quando-usar-cada-uma.jhtm

09/09/2011 - 19h30

Qual é a diferença entre os vários tipos de tinta? Como saber quando usar cada uma?

 

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Cada tipo de tinta serve para uma determinada aplicação e é importante fazer a especificação correta para obter um bom resultado

 

O mercado oferece uma infinidade de tipos de tintas, massas e outros produtos para aplicação em revestimentos internos e externos. As possibilidades e variações podem ser desconcertantes para o consumidor final, deixando muitas dúvidas na hora de realizar a compra desses produtos.

Por conta dessa grande variedade de opções, é importante que a pessoa que está realizando uma obra saiba algumas diferenças básicas entre os grandes grupos de tintas. Tenha em mente que não existe uma tinta para todas as superfícies e usos. A escolha do produto adequado para cada superfície e local é essencial para um bom acabamento e durabilidade de sua pintura.

A seguir iremos comentar brevemente os grandes grupos de tintas e suas principais aplicações para que fique mais claro como a diferenciação entre os produtos ocorre.

 

Látex PVA

O látex é talvez a tinta mais comumente encontrada atualmente, nos interiores das residências, e certamente você já ouviu falar a respeito.

O PVA vem do nome da substância usada atualmente para fabricar a tinta látex, o Acetato de Polivinila. O látex tem uma base solúvel em água e, por isso, facilita muito a vida do pintor, que pode preparar seus pincéis e rolos apenas com água. Além disso, caso a tinta espirre em algum outro revestimento, basta lavar com água.

O acabamento em látex PVA é adequado para a parte interna das residências, que podem ser limpas apenas com um pano úmido. O acabamento desse tipo de tinta é muito bom, assim como seu recobrimento da camada anterior de pintura (se ela existir). Seca rapidamente, e o odor típico de pintura é mínimo.

Porém, o produto não é adequado para áreas molhadas ou que possam receber chuva, e para recobrimentos de acabamento em alto brilho, como um corrimão, por exemplo; as superfícies pintadas com látex PVA também são mais difíceis de limpar.

 

Tinta acrílica

A tinta acrílica, de forma geral, tem aspecto muito similar ao do látex,  também é solúvel em água e seca rapidamente. A diferença é que sua fórmula contém resinas acrílicas, o que proporciona ao produto alta impermeabilidade uma vez aplicado, tornando-o especialmente eficaz para pinturas externas.

Essa impermeabilidade também torna a tinta acrílica interessante para uso em áreas molhadas da casa, como na cozinha e lavabo. As tintas acrílicas podem ser lavadas, ao contrário do látex, que deve ser limpo apenas com pano úmido.

O acabamento tende a ser mais brilhante que o do látex, ainda que exista a versão fosca: portanto, preste atenção ao comprar para garantir o tipo de acabamento final que deseja. Outro fator importante é o custo. A tinta acrílica tenderá a ser mais cara que a látex, então cuidado com a especificação.

 

Tinta esmalte

O esmalte, ao contrário dos exemplos anteriores é um tipo de tinta que não é solúvel em água, visto que possui o que é chamado de “base a óleo”, material que compunha sua fórmula antigamente. Atualmente são outros produtos sintéticos que compõem a base mais comum para esse tipo de acabamento.

As tintas esmalte são especialmente boas para a utilização em superfícies de ferro ou madeira. Assim, janelas de ferro, corrimãos e estruturas metálicas leves terão um acabamento melhor e mais durável se pintados com tinta esmalte. E embora a madeira possa receber vários tipos de acabamentos, portas feitas desse material são tradicionalmente pintadas com esmalte por conta do alto nível de manuseio, visto que o esmalte permite a lavagem dessa superfície com mais facilidade.

O acabamento de esmalte é bastante peculiar e as pessoas geralmente percebem quando ele foi utilizado. Possui alto brilho, embora exista a versão fosca. Seu acabamento dá sensação de uma película formada sobre a superfície e, por isso mesmo, não é muito adequada para o uso direto na parede, porque dependendo da aplicação podem surgir bolhas ou descascamento. O custo dessa tinta é mais alto do que o das outras, por conta de seu uso mais específico, e em menores superfícies. A embalagem mais comum é o galão (que contém 3,8 litros do material), enquanto as outras podem ser facilmente encontradas em latas (existem latas com até 18 litros de tinta, e as pequenas, com 900 ml).

 

Tintas epóxi e poliuretano

As tintas epóxi e de poliuretano são sintéticas e não solúveis em água, e têm usos mais específicos, como, por exemplo, a pintura de caixas d’água. Existem ainda fórmulas para aplicação em pisos, mas dependem de mão de obra altamente especializada.

Essas tintas, que são geralmente diluídas em solvente específico e possuem catalizadores para auxiliar no processo de pintura, devem ser aplicadas sempre por mão de obra que conheça o material e os processos, para evitar que se formem bolhas, ocorra descolamento da camada de tinta ou simplesmente mau acabamento.

Como são tintas específicas para aplicação em áreas molhadas e até inundadas, como piscinas e caixas d’água, podem ser uma excelente possibilidade para banheiros, boxes, cozinhas e áreas dessa natureza, desde que harmonizadas corretamente com os outros revestimentos. Vale a pena conferir os tipos de acabamentos possíveis para fugir do revestimento cerâmico convencional de locais muito úmidos.

Além dos grupos citados acima, existem muitos outros tipos de tinta. Há as feitas com cal, e produtos de efeito, como as tintas magnetizadas, do tipo lousa e para piso; existem também as massas e texturas de muitas naturezas diferentes. E não se pode deixar de mencionar os vernizes e fundos preparadores específicos para superfícies diversas (como para galvanizados ou gesso, por exemplo).

Dependendo do que se quer pintar é necessária a aplicação de vários produtos. Quando isso acontece, chamamos o processo de pintura de um “sistema”, e não simplesmente uma pintura simples como nos exemplos acima. Se você pretende realizar uma pintura em uma superfície que pareça mais complexa, sugerimos que procure um pintor muito experiente para aconselhar qual sistema é o mais adequado.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

História do cimento

Fonte: http://www.cimentosliz.com.br/empresa/historiaCimento

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Os primeiros relatos sobre a história do cimento, ou Caementu no latim, se dão há cerca de 4500 A.C., no Egito Antigo. Nessa época, utilizava-se uma liga composta por uma mistura de gesso calcinado para unir as pedras que davam sustentação à construção dos monumentos.

Mas ao longo dos anos o cimento passou por um processo evolutivo, e obras como o Panteão e o Coliseu receberam a aplicação de terras de origem vulcânicas que, ao entrarem em contato com a água, sofriam um tipo de reação que provocava o seu endurecimento. No entanto, os ensaios para o aperfeiçoamento do cimento não pararam e, em 1756, o inglês John Smeaton conseguiu desenvolver, por meio da calcinação de calcários moles e argilosos, um produto com alto poder de resistência.

Em 1791, James Parker experimentou uma mistura de sedimentos de rochas da ilha de Sheppel e patenteou, em 1796, um cimento com o nome de "Cimento Romano". Experiência que motivou, em 1818, o francês Louis Vicat a inventar o cimento artificial por meio da mistura de componentes argilosos e calcários.

clip_image003Porém, foi o inglês Joseph Aspdin, em 1824, quem revolucionou as experiências com o cimento. Aspdin teve a ideia de queimar pedras calcárias e argila e depois triturá-las até obter um pó fino. Esse produto ao secar e em contato com a água se tornava sólido com uma rocha e era resistente a ambientes úmidos. Surgia então, o "Cimento Portland" que foi patenteado por Joseph Aspdin, em homenagem às rochas da ilha britânica de Portland, as quais apresentavam características próprias como cor, durabilidade e resistência.

Entretanto, foi Isaac Charles Johnson, em 1845, quem conseguiu aperfeiçoar o Cimento Portland. Após várias observações, Johnson elevou a temperatura da queima para 1400ºC e moeu o clínquer, produto originário dessa queima, para obter um pó mais fino e com uma qualidade superior.

No decorrer dos anos, diversas indústrias cimenteiras começaram a surgir e a desenvolver pesquisas sobre o processo de fabricação do Cimento Portland.

 

Brasil

No Brasil, as primeiras experiências relativas à fabricação do Cimento Portland aconteceram por volta de 1888, por meio do comendador Antônio Proost Rodovalho que instalou uma fábrica em sua fazenda, em Santo Antônio (SP). Seguida da instalação, de uma nova fábrica na ilha Tiriri (PB), em 1892.

No ano de 1912, o Governo do Espírito Santo fundou sua própria fábrica na cidade de Cachoeiro do Itapemirim. Mas o marco da produção do Cimento Portland no Brasil se deu em 1924, com a implantação, pela Companhia Brasileira de Cimento Portland, de uma fábrica em Perus (SP).

No entanto, a demanda por cimento no país era alta e a importação era inevitável. Foi quando os cimentos Liz vindos de Portugal, na década de 30, entrou no mercado brasileiro e construiu, em 1969, a sua primeira fábrica na cidade de Lagoa Santa/Vespasiano (MG).

Hoje, a Empresa de Cimentos Liz é uma das principais produtoras de cimento do Brasil.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

PERGUNTAS FREQUENTES sobre CIMENTOS

 

http://www.abcp.org.br/colaborativo-portal/perguntas-frequentes.php?id=18

clip_image002Tipos de cimento

- Cimento Portland Comum CP I e CP I-S (NBR 5732)

Um tipo de cimento portland sem quaisquer adições além do gesso (utilizado como retardador da pega) é muito adequado para o uso em construções de concreto em geral quando não há exposição a sulfatos do solo ou de águas subterrâneas. O Cimento Portland comum é usado em serviços de construção em geral, quando não são exigidas propriedades especiais do cimento. Também é oferecido ao mercado o Cimento Portland Comum com Adições CP I-S, com 5% de material pozolânico em massa, recomendado para construções em geral, com as mesmas características.

- Cimento Portland CP II (NBR 11578)

O Cimento Portland Composto é modificado. Gera calor numa velocidade menor do que o gerado pelo Cimento Portland Comum. Seu uso, portanto, é mais indicado em lançamentos maciços de concreto, onde o grande volume da concretagem e a superfície relativamente pequena reduzem a capacidade de resfriamento da massa. Este cimento também apresenta melhor resistência ao ataque dos sulfatos contidos no solo. Recomendado para obras correntes de engenharia civil sob a forma de argamassa, concreto simples, armado e protendido, elementos pré-moldados e artefatos de cimento. Veja as recomendações de cada tipo de CP II:

a. Cimento Portland CP II-Z (com adição de material pozolânico)

- Empregado em obras civis em geral, subterrâneas, marítimas e industriais. E para produção de argamassas, concreto simples, armado e protendido, elementos pré-moldados e artefatos de cimento. O concreto feito com este produto é mais impermeável e por isso mais durável.

b. Cimento Portland Composto CP II-E (com adição de escória granulada de alto-forno)

- Composição intermediária entre o cimento portland comum e o cimento portland com adições (alto-forno e pozolânico). Este cimento combina com bons resultados o baixo calor de hidratação com o aumento de resistência do Cimento Portland Comum. Recomendado para estruturas que exijam um desprendimento de calor moderadamente lento ou que possam ser atacadas por sulfatos.

c. Cimento Portland Composto CP II-F (com adição de material carbonático - fíler)

- Para aplicações gerais. Pode ser usado no preparo de argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada, concreto simples, armado, protendido, projetado, rolado, magro, concreto-massa, elementos pré-moldados e artefatos de concreto, pisos e pavimentos de concreto, solo-cimento, dentre outros.

- Cimento Portland de Alto Forno CP III (com escória - NBR 5735)

Apresenta maior impermeabilidade e durabilidade, além de baixo calor de hidratação, assim como alta resistência à expansão devido à reação álcali-agregado, além de ser resistente a sulfatos. É um cimento que pode ter aplicação geral em argamassas de assentamento, revestimento, argamassa armada, de concreto simples, armado, protendido, projetado, rolado, magro e outras. Mas é particularmente vantajoso em obras de concreto-massa, tais como barragens, peças de grandes dimensões, fundações de máquinas, pilares, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados reativos, pilares de pontes ou obras submersas, pavimentação de estradas e pistas de aeroportos.

- Cimento Portland CP IV (com pozolana - NBR 5736)

Para obras correntes, sob a forma de argamassa, concreto simples, armado e protendido, elementos pré-moldados e artefatos de cimento. É especialmente indicado em obras expostas à ação de água corrente e ambientes agressivos. O concreto feito com este produto se torna mais impermeável, mais durável, apresentando resistência mecânica à compressão superior à do concreto feito com Cimento Portland Comum, a idades avançadas. Apresenta características particulares que favorecem sua aplicação em casos de grande volume de concreto devido ao baixo calor de hidratação.

- Cimento Portland CP V ARI - (Alta Resistência Inicial - NBR 5733)

Com valores aproximados de resistência à compressão de 26 MPa a 1 dia de idade e de 53 MPa aos 28 dias, que superam em muito os valores normativos de 14 MPa, 24 MPa e 34 MPa para 1, 3 e 7 dias, respectivamente, o CP V ARI é recomendado no preparo de concreto e argamassa para produção de artefatos de cimento em indústrias de médio e pequeno porte, como fábricas de blocos para alvenaria, blocos para pavimentação, tubos, lajes, meio-fio, mourões, postes, elementos arquitetônicos pré-moldados e pré-fabricados. Pode ser utilizado no preparo de concreto e argamassa em obras desde as pequenas construções até as edificações de maior porte, e em todas as aplicações que necessitem de resistência inicial elevada e desforma rápida. O desenvolvimento dessa propriedade é conseguido pela utilização de uma dosagem diferente de calcário e argila na produção do clínquer, e pela moagem mais fina do cimento. Assim, ao reagir com a água o CP V ARI adquire elevadas resistências, com maior velocidade.

- Cimento Portland CP (RS) - (Resistente a sulfatos - NBR 5737)

O CP-RS oferece resistência aos meios agressivos sulfatados, como redes de esgotos de águas servidas ou industriais, água do mar e em alguns tipos de solos. Pode ser usado em concreto dosado em central, concreto de alto desempenho, obras de recuperação estrutural e industriais, concretos projetado, armado e protendido, elementos pré-moldados de concreto, pisos industriais, pavimentos, argamassa armada, argamassas e concretos submetidos ao ataque de meios agressivos, como estações de tratamento de água e esgotos, obras em regiões litorâneas, subterrâneas e marítimas. De acordo com a norma NBR 5737, cinco tipos básicos de cimento - CP I, CP II, CP III, CP IV e CP V-ARI - podem ser resistentes aos sulfatos, desde que se enquadrem em pelo menos uma das seguintes condições:

  • Teor de aluminato tricálcico (C3A) do clínquer e teor de adições carbonáticas de no máximo 8% e 5% em massa, respectivamente;
  • Cimentos do tipo alto-forno que contiverem entre 60% e 70% de escória granulada de alto-forno, em massa;
  • Cimentos do tipo pozolânico que contiverem entre 25% e 40% de material pozolânico, em massa;
  • Cimentos que tiverem antecedentes de resultados de ensaios de longa duração ou de obras que comprovem resistência aos sulfatos.

- Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação (BC) - (NBR 13116)

O Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação (BC) é designado por siglas e classes de seu tipo, acrescidas de BC. Por exemplo: CP III-32 (BC) é o Cimento Portland de Alto-Forno com baixo calor de hidratação, determinado pela sua composição. Este tipo de cimento tem a propriedade de retardar o desprendimento de calor em peças de grande massa de concreto, evitando o aparecimento de fissuras de origem térmica, devido ao calor desenvolvido durante a hidratação do cimento.

- Cimento Portland Branco (CPB) - (NBR 12989)

O Cimento Portland Branco se diferencia por coloração, e está classificado em dois subtipos:

  • estrutural e
  • não estrutural.

O estrutural é aplicado em concretos brancos para fins arquitetônicos, com classes de resistência 25, 32 e 40, similares às dos demais tipos de cimento. Já o não estrutural não tem indicações de classe e é aplicado, por exemplo, em rejuntamento de azulejos e em aplicações não estruturais. Pode ser utilizado nas mesmas aplicações do cimento cinza. A cor branca é obtida a partir de matérias-primas com baixos teores de óxido de ferro e manganês, em condições especiais durante a fabricação, tais como resfriamento e moagem do produto e, principalmente, utilizando o caulim no lugar da argila. O índice de brancura deve ser maior que 78%. Adequado aos projetos arquitetônicos mais ousados, o cimento branco oferece a possibilidade de escolha de cores, uma vez que pode ser associado a pigmentos coloridos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Manual e Catálogo do Eletricista

GUIA PRÁTICO PARA INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E INFRA ESTRUTURA

M e Cat do EletPresente com seus produtos, desde a geração de energia elétrica até o consumidor final, a Schneider Electric é líder mundial em gerenciamento da eletricidade e automação.
Neste documento, apresentamos soluções perfeitamente adaptadas para a maioria das aplicações com a originalidade de nossos produtos.
As informações contidas contribuirão para a elevação da qualidade, segurança e confiabilidade de projetos elétricos. […]

Material em PDF.

Download: http://www.schneider-electric.com.br/documents/electricians/manual_industrial_e_infra-estrutura.pdf

sábado, 25 de maio de 2013

Debates Linkedin – Parte 2

PORQUE AS EMPRESAS NÃO PROCURAM RECÉM-FORMADOS?

Por  Emanuele Bonfanti Bezerra

Samir Nogueira

Samir Nogueira • Infelizmente é uma realidade, porém, além da formação é necessário também cursos específicos e língua estrangeira (inglês). O network aqui também ajuda. Não ficar parado é o principal.

 

Emanuele Bonfanti Bezerra

Emanuele Bonfanti Bezerra • É exatamente o que falo: Minha faculdade não me dispõe de diploma de experiência profissional!

 

     

Ednei Dantas

Ednei Dantas • concordo com todos vocês mais o que me revolta é essa impressa sensacionalista informando que não existe mão de obra qualificada, sou engenheiro químico e segurança do trabalho em duas faculdades respeitada de são Paulo, ainda sou obrigado escutar de profissional de rh que fez um tecnólogo de 2 anos informar que eu não tenho experiência. Caro colegas como engenheiro de segurança do trabalho creio que não seja necessário que tenha 5 ou 10 anos de experiência na área, é simples aplicar a lei nacional, o inglês outra coisa que acho uma ignorância dos RH´s somos profissionais brasileiros seguimos normas brasileiras e trabalhamos para seguranças de brasileiros. O inglês sim de fato serve para reunião gerenciais com as sede no exterior, agora me fala qual o engenheiro que faz mais de uma reunião em inglês por semana? Outra a CLT é em português as Nr´s.

     

Newton Prestes Neufeld

Newton Prestes Neufeld • Isso sem contar que mais atualizado do que o Profissional que sai da Faculdade, não tem, pois o mesmo já esta atualizado.
Não entendo o porque eles falam que não tem conhecimento ou experiência.

 

Romão Silva

Romão Silva • Caros colegas
A lei deveria assegurar ao recém formado ou profissional que por motivos diversos não trabalhou em sua formação e a ela retorna, o direito a uma fase inicial de alguns meses a título de treinamento remunerado, evidentemente, mesmo que tivesse um teto inferior ao garantido por lei ao profissional em questão. Desse modo, saber-se-ia do valor de cada um, pois, como afirmou o companheiro Newton Prestes Neufeld, os recém formados estão mais do que atualizados, faltando-lhes tão somente a oportunidade de mostrar o que sabem.
Não como se processa lá fora, mas, aqui no Brasil, as exigências para empregar qualquer profissional são absurdas. Como o colega Ednei Dantas muito bem lembrou, somos brasileiros que querem trabalhar em seu próprio País. Essa exigência de línguas estrangeiras deveria ser somente em casos excepcionais, quando, por exemplo, o profissional tivesse que trabalhar no exterior ou conviver diariamente com pessoas de outros países. Por que não se exige que os que aqui aportam tragam o português na ponta da língua? Nós é que temos o dever de entendê-los, eles, não! Nós pra chegarmos em qualquer país temos a obrigação de estudar a língua de lá, mas aqui recebe-se qualquer um do jeito que eles quiserem vir! Tem alguma coisa errada nessa prática.
Além do mais, algumas empresas chegam, em alguns casos e para determinadas funções, exigirem coisas absurdas como: BOA APARÊNCIA, CURSOS DISSO E DAQUILO QUE NÃO TEM NADA A VER COM A FUNÇÃO.
Antromsil

 

Ednei Dantas

Ednei Dantas • Quem deveria se atualiza-se é os colegas de recrutamento e seleção. Pois esses profissionais deveriam, sim, atualizarem e a realidade Brasileira. Eles sim não sabem qual o tipo de profissional que eles querem. Olha só o absurdo que vi em anúncio de uma vaga. Estavam procurando engenheiro ambiental para avaliar PPRA e PCMSO , não tenho nada contra esses profissionais, mas se que não são aptos a avaliar ou coordenar esses documentos ações e outra. Olha só a loucura dessa empresas de recrutamento e seleção.

 

Newton Prestes Neufeld

Newton Prestes Neufeld • Sou Eng. Ambiental e nessa disciplina, tive uma introdução a segurança e não de como elaborar estes documentos, somente após a especialização é que soube como fazer.
E o pior foi uma vaga que vi hoje, necessitando de Engenheiro de Segurança do Trabalho, para trabalhar de segunda à sábado com salário de R$2000,00 à R$3000,00 e acima de tudo com entrevista em inglês, então tem que ser fluente.
Fiquei indignado e copiei do site do Crea SP, o quanto um Engenheiro tem que receber e não com um salário deste que não paga nem um Técnico, não desmerecendo o mesmo.

 

Ednei Dantas

Ednei Dantas • Depois o Willian Borne anuncia que o brasil não tem mão de obra qualificada e que falta profissionais na área. O pior é houve esses cara de rh que não existe profissional qualificado. Estou a procura vejo várias vaga elaboradas por ignorantes.

 

Evandro Pretto

Evandro Pretto • Nosso sistema tem muitas defasagens e em todas as áreas. Mas o principal problema enfrentado hoje é a prostituição do mercado de trabalho. Muitos "profissionais" vendem assinaturas sem saber direito do que se trata, e talvez,sem saber do risco que estão correndo em vários sentidos, e pior, vendem e vendem mal, a preço de banana. Eis a questão: Como um profissional integro pode crescer profissionalmente e em consequência financeiramente neste sistema??? Ainda vejo esperança, pois existem empresas que buscam o profissional de verdade. todavia, o sistema ainda não é autossuficiente para poder descartar automaticamente esse tipo de maus profissionais. a maioria das empresas buscam somente o lucro, e acordarão somente quando tiverem um problema grave com este senário, ai sim perceberão o quão lucrativo é um profissional integro, e que pode ser bem pago, gerando ainda mais lucro do que na situação acima exposta.

     

Cauê Mendonça

Cauê Mendonça • Concordo com todos vocês. As vagas oferecidas são muito mal elaboradas. vejo empresas que procuram um eng de segurança há 2 anos e pede experiencia de 1 ano na área. ou seja se já tivesse contratado o recém formado ou sem mta experiência há 1 ano atrás já teria seu profissional treinado nos moldes da empresa sem vicio de empresas passadas, o empregador parece que não enxerga isso e procura tantas qualidades que é quase impossível de achar em uma só pessoa. praticamente um robô mesmo como foi citado.

     

Deivison Vital

Deivison Vital • Caros colegas enfrento o mesmo problema, todos as vagas são para pessoas com mil e uma experiências, e ainda por cima deparamos com a política governamental que facilita a entrada dos Estrangeiros. Como já vinculado a saída pra este problema o mais curto possível são as atualizações profissionais, também neste linha de raciocinio tentarei ser profissional liberal, e burlar aos poucos essas adversidades do sistema.

 

André Viana .·.

André Viana .·. • Entendo essa dificuldade, mas tudo isso faz parte do processo e a capacidade de influenciar do candidato a vaga tem que pesar neste momento.
Na minha primeira experiência profissional disputei a vaga com um profissional com 6 anos de experiência e a exigência contratual era: engenheiro de segurança com no minimo 3 anos de experiência em obra similar - (tinha 4 meses de conclusão do curso e nunca havia tido contato com o mercado de trabalho na área de segurança do trabalho).
Fui entrevistado pelo engenheiro de segurança da obra e depois com o gerente corporativo de QSMS da empresa, eles convenceram a fiscalização da minha contratação, comecei atuando "na sombra" do engenheiro de segurança e após um mês assumi a função de coordenador de SMS e o engenheiro foi para novos desafios.
Lembro que encaminhei meu CV para esse engenheio e logo depois liguei para o mesmo para confirmar o recebimento do CV, depois provoquei um agendamento de uma visita sem compromisso com ele e tudo começou a acontecer.
É muito importante a postura, determinação, dominio das idéias, argumentação lógica, estabelecimentos de objetivos claros de crescimento profissional, iniciativa e o fundamental capacidade de perder para ganhar a longo prazo (muitos querem iniciar agregando a experiencia ou valores salariais de outras experiências - inicialmente perdi, mas ganhei muito mais a longo prazo)
O fato de não ter experiência faz com que a demonstração de outras qualidades seja necessária, num processo seletivo.
Grande abraço a todos,
André Viana

     

André Viana .·.

André Viana .·. • Prezados,
Vamos analisar essa questão de definição de perfil profissional por outros aspectos:
Quem define o perfil de contratação não é exclusivamente o RH, inicialmente existe uma demanda de atendimento aos requisitos legais, e depois aos padrões corporativos das empresas.
Vejo que o RH publica ou divulga o que foi passado como exigência.
Se uma empresa tem no seu plano de negocios, contratos no exterior e ela entende que é necessário ter conhecimentos de outra lingua, o que podemos fazer? Muitas vezes precisamos saber dizer o que querem ouvir, não estou dizendo em mentir, mas saber vender o nosso "peixe" - produto ( inicialmente o CV).
Participei de um processo seletivo, convencional - através de empresa de RH, para uma vaga numa multinacional, todo o processo seria conduzido é duas linguas (português e ingles), e o meu ingles nunca foi lá essas coisas. Cheguei até o final do processo e perdi a vaga por detalhes, mas não me revoltei, pois consegui chegar até o final do processo, mesmo sem ter ingles fluente. VOCÊ NÃO TER OUTRO IDIOMA, NÃO QUER DIZER QUE VOCÊ NÃO TENHA INTERESSE, CAPACIDADE E VONTADE DE APRENDER OU QUE, NÃO ESTA NO SEU PROJETO DE VIDA E CARREIRA (como disse antes: as vezes precisamos falar o que um entrevistador quer ouvir).
Todas as outras oportunidades (entrevistas) que participei foi com contato direto com direitores, gerentes ou engenheiros de segurança, pois entendo que é quem deve avaliar tecnicamente um profissional da mesma área. O contato que tinha com o RH é para providenciar a documentação de contratação.
Teoricamente, o recem formado esta muito atualizado, mas as informações estão soltas, existe muita coisa que vai além de ter conhecimento de todas as NR´s. Costumo dizer que o engenheiro de segurança é o profissional que mais se aproxima do advogado.
A área de atuação é muito ampla, vejamos: segurança do trabalho; meio ambiente; coordenação da área de saúde (em muitas situações); responsabilidade social, qualidade (em muitas situações), legislação trabalhista, legislação ambienal, previdenciária, entre outras. Isso tudo podendo fazer parte de um projeto de segurança empresarial AMPLO.
Agora pensem em um profissional recem formado tratando de tudo isso ao mesmo tempo e sabemos que cada uma tem suas nuances e correlações. ANALISEM A SEGURANÇA EMPRESARIAL DA EMPRESA?
Grande abraço,
André Viana

 

Romão Silva

Romão Silva • Caros colegas
Certa feita em minha cidade ouvi um reclame no rádio conclamando candidatos a um curso para cozinheiro. Dentre os pré requisitos exigidos além de 2º Grau completo, era o de ter BOA APARÊNCIA.
Agora eu pergunto: ter 2º grau completo e beleza é requisito imprescindível para executar tarefas culinárias? Terá, por acaso, o(a) cozinheiro(a) que estar exposto ao público qual apresentador de programa de TV, se nem esta tem beldades exclusivas em todo o seu corpo de apresentadores? Por aí se vê o quanto de frescura existe em alguns casos de seleção de pessoal.
Temos diferentes tipos de empresas operando em áreas distintas e é claro que o profissional de segurança do trabalho, a exemplo dos demais, não sai da faculdade multifacetado, pronto para o embate em qualquer situação. Não. Todo trabalho mesmo sendo igual em empresas diferentes, diferentes são os modos de operar em cada uma e mesmo tendo experiência é necessário um período de adaptação.
NINGUÉM, REPITO, NINGUÉM SABE TUDO A RESPEITO DE QUALQUER PROFISSÃO, POIS O SER HUMANO NÃO É PERFEITO. NEM MESMO OS CHAMADOS EXPERIENTES.
Os empresários só pensam em faturar. Não dão oportunidade ao recém formado porque não querem e nem sofrem pressão do governo para isso.
O profissional pode ter cem anos de experiência, mas, em cada novo trabalho tem-se um novo aprendizado; e se vivesse eternamente, eternamente estaria aprendendo algo novo.
O mercado é superexigente, mas é um péssimo empregador. É um salve-se quem puder, uma disputa desigual onde quem sai ganhando é quem tem um pouco de sorte ou um padrinho de peso.
Antromsil