terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Materiais alternativos podem diminuir custo de habitações

Construção civil: Materiais alternativos podem diminuir custo de habitações

http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/construcao-civil-materiais-alternativos-podem-diminuir-custo-de-habitacoes.htm

Ronaldo Decicino

04/03/200921h03

 

O Brasil tem realizado pesquisas na área de novos materiais para a construção civil, a fim de baratear o custo das habitações, mas sem comprometer a qualidade.

Areia, brita, cal, cimento, ferro, madeira e tijolos são materiais comuns empregados na construção civil, mas não são únicos, e podem ser substituídos por produtos alternativos.

Notícias sobre a existência de estudos e propostas de construção com materiais não convencionais chegam de toda a parte do país. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, por exemplo, em parceria com empresas de granito, papel, couro e construção, investiu num laboratório projetado para emitir laudos ambientais sobre os rejeitos industriais desses segmentos, desde que tenham potencial para aplicação na construção de moradias.

Na mesma linha de trabalho surgem a Universidade São Francisco (USF), de Bragança Paulista, em São Paulo, envolvida com pesquisas centradas em resíduos de gesso e materiais cerâmicos, e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), envolvida em estudos com cinzas termoelétricas, casca de arroz e entulhos. Fora isso, a universidade catarinense ainda se ocupa do aperfeiçoamento tecnológico para a construção de moradias com madeira de pínus e eucaliptos.

Em Pirassununga, no interior de São Paulo, pesquisas conduzidas pela Universidade de São Paulo (USP) objetivam a substituição parcial do cimento tradicional pela cinza de bagaço de cana-de-açúcar. Espera-se que o projeto possa se converter numa contribuição real para o barateamento dos insumos da construção civil.

A mesma expectativa surge em relação ao bloco Isopet, uma proposta da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O Isopet é confeccionado em concreto leve, com a adição de EPS (poliestireno expandido, isopor) e de garrafas PET em sua parte interna, depositadas inteiras, tampadas e posicionadas tanto no sentido vertical como horizontal (o PET é um polímero termoplástico de alta resistência).

Bambu e adobe

O bambu também tem servido à realização de projetos no campo da construção civil. Países como Colômbia, Costa Rica, Equador e Peru já fazem uso intensivo da planta em grandes construções. O bambu é um recurso renovável, de produção fotossintética, abundante na natureza e que dispensa o processo industrial para ser transformado em material de construção.

Há ainda a terra, uma das matérias-primas de maior disponibilidade no planeta, que pode vir a dar uma nova contribuição à construção civil. O tijolo cru, ou tijolo ecológico, por exemplo, que seca ao sol, dispensa o consumo de energia, como ocorre com o produto convencional. Chamado de adobe, ele pode ser fabricado por qualquer pessoa e em qualquer lugar.

Em termos de resistência e conforto ambiental, o adobe é perfeito. Quanto à sua durabilidade, existem construções com séculos de existência e que foram erguidas com o tijolo cru.

Todas essas pesquisas perseguem a receita da construção de casas populares de qualidade, acessíveis a uma camada maior da população. Falta que o Estado se conscientize das potencialidades representadas por esses elementos - e do conceito "ecologicamente correto" embutido em muitos deles.

Ronaldo Decicino é professor de geografia do

ensino fundamental e médio da rede privada.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

9 Maravilhas Modernas Arquitetônicas Oriente Médio

12, fevereiro, 2013

9 Maravilhas Modernas Arquitetônicas Oriente Médio, Fotos e Informações

 

O Oriente Médio é palco para inúmeras demonstrações de Modernidade, principalmente na área de arquitetura. Hoje, o Blog Not1 vai falar sobre as 9 maravilhas modernas e arquitetônicas do Oriente Médio, veja curiosidades, informações e fotos sensacionais. Se gostar, não se esqueça de comentar!!

 

*Museu de Arte Islâmica - Qatar:

Além de possuir um dos maiores acervos de de arte islâmica do mundo, o museu já encanta os olhos dos visitantes por fora! Seu design e arquitetura futurista e ao mesmo tempo simples, chama a atenção. O Museu foi inaugurado em 2008 e foi projetado por um arquiteto chinês.

clip_image002

*Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos – Ferrari World:

No meio de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, o Ferrari World ganha fama por ser um dos melhores parques temáticos do mundo e principalmente por sua modernidade. Com 21 brinquedos, e entre eles a montanha-russa mais veloz do mundo, o parque inaugurou em 2010 e custou cerca de 40 bilhões de dólares.

clip_image004

*Infinity Tower, Dubai:

O Prédio denominado Infinity Tower possuirá 80 andares, é um dos projetos mais ambiciosos que já surgiram em Dubai, ela está prevista para terminar este ano e será a maior estrutura em espiral do mundo, com 330 metros de altura – OBS: sem pilares internos.

clip_image006

*Burj Khalifa, Dubai:

O Prédio mais alto do mundo, inaugurado em 2010 o prédio possui internamente um hotel da grife Armani, apartamentos de luxo, lojas e restaurantes no complexo Dubai Mall.

clip_image008

*Torres Abraj Al Bait, Meca, Arábia Saudita:

Este é um lugar sagrado, chamado de Meca na religião muçulmana, as Torres Abraj Al Bait são um grande complexo que conta com o maior arranha-céu da Arábia Saudita, com 600 metros de altura.

clip_image010

*Chedi Muscat, Omã:

O hotel Chedi Muscat leva conforto e modernidade aos hóspedes. Apesar de não ser um arranha céu, ele está rodeado por belos jardins, e oferece vilas luxuosas e confortáveis.

clip_image012

* Bank Muscat, Banco:

O Banco, que fica em Omã, mistura modernidade com a própria cultura. Padrões florais geométricos dão um charme especial ao edifício branco, veja:

clip_image014

*World Trade Center, Bahrein:

O prédio custou cerca de 50 milhões de dólares, tem duas torres conectadas por três pontes aéreas, além das turbinas de vento incorporadas ao seu design para gerar energia elétrica.

clip_image016

*Centro de Estudos e Pesquisas de Petróleo Rei Abdullah - Arábia Saudita:

O Centro de estudos e pesquisas oferece um design super futurista, que até parece ter saído de um filme. A Estrutura que está em plenas areias do deserto, é uma prova do alto nível de modernidade da Arábia Saudita.

clip_image018

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

As 20 das maiores construções, segundo revista Travel+Leisure – Parte 2

Deslumbre-se com 20 das maiores construções, segundo revista Travel+Leisure

11 - Rungrado May Day, Pyongyang, Coreia do Norte: o maior estádio do mundo fica em Pyongyang e tem capacidade para 150 mil pessoas, sendo usado em cerimônias políticas local. O local foi construído para receber o festival da juventude de 1989.

clip_image002

12 - Taj Mahal, Agra, Índia: é o maior mausoléu do mundo, construído a mando do imperador Shah Jahan para sepultar sua terceira esposa, Mumtaz Mahal. Milhares de turistas visitam o local anualmente por sua bela arquitetura e por sua aura romântica, mesmo sendo um local de sepulcro.

clip_image004

13 - Palácio do Parlamento, Bucareste, Romênia: com mais de 1.100 salas, 12 andares acima do nível do solo e outros tantos subterrâneos, o prédio ocupa uma área superior a 3.875 milhões de m², sendo o maior prédio de administração pública do mundo, sendo também o mais pesado, usando em sua estrutura aço, bronze, cristal, madeira e mármore.

clip_image006

14 - Globo Ericsson, Estocolmo, Suécia: o maior prédio esférico do mundo tem capacidade para mais de 16 mil pessoas e é um espaço de shows, partidas de hockey e grandes eventos.

clip_image008

15 - Caco de Vidro, Londres, Inglaterra: apelidada de 'caco de vidro', a construção de 72 andares será terminada em maio de 2012 e será o maior prédio da União Europeia e dará um toque moderno à clássica arquitetura do local.

clip_image010

16 - Museu Nacional da China, Beijing, China: depois de triplicar seu espaço de exposições, o museu foi reaberto em abril de 2011, medindo 2,07 milhões de m² e capacidade para receber entre oito e dez milhões de visitantes por ano.

clip_image012

17 - Kinepolis, Madri, Espanha: com 25 salas e capacidade para 9.200 pessoas, este cinema tem tecnologia 4D e foi inaugurado em 1998.

clip_image014

18 - Macau Veneziano, Macau, China: esta colônia portuguesa administrada pela China ganha sua renda com as apostas e abriu seu primeiro cassino com estilo oriental em 2004 tem 167,640 m², três mil máquinas de apostas, 870 mesas de pôquer e pode ser comparada, em extensão, a 56 quadras de futebol.

clip_image016

19 - Terminal 3, Aeroporto Internacional de Dubai, Dubai, Emirados Árabes: com 4,8 milhões de m², este terminal foi inaugurado em 2008 e é o maior terminal aeroviário do mundo.

clip_image018

20 - Grande Buda Hall no Templo Todai-ji, Nara, Japão: parte do patrimônio mundial cultural da Unesco, este templo de madeira tem 56 m de comprimento por 50 m de largura, comportando ainda uma estátua de bronze de Buda com mais de 15 m de altura.

clip_image020

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Parece madeira, mas é plástico

http://www.oeco.com.br/reportagens/23752-parece-madeira-mas-e-plastico

Felipe Lobo*

06 de Abril de 2010

clip_image002

Amostras de madeira plástica. Resíduos industriais ou plástico de cooperativas são usados na produção

(foto: divulgação / Ecowood)

Uma das principais causas do desmatamento desenfreado na Amazônia é o mercado de madeira que aquece não apenas o clima, mas também as principais metrópoles brasileiras. Algumas empresas espalhadas pelo território nacional, no entanto, já descobriram um jeito ecologicamente viável de fabricar um produto semelhante e resistente sem precisar derrubar uma única árvore. É o caso da Cogumelo, que trouxe a tecnologia pronta dos Estados Unidos há cerca de oito anos, país em que a estratégia faz bastante sucesso.

clip_image004

Deck feito com madeira Policog (divulgação / Cogumelo)

A Cogumelo, basicamente, trabalha com polietileno (um tipo de plástico) de alta densidade, comprado através de cooperativas de catadores de lixo e reciclagem. O processo todo, desde o momento em que a matéria-prima granulada (como embalagens usadas em material de limpeza, engradados de bebida e galões de plástico, por exemplo) chega à fábrica, demora em torno de uma hora e meia. Inicialmente, os flocos grandes são refinados e, em seguida, o resíduo é prensado e higienizado.

“Sempre tivemos cuidado em definir bem o que vendíamos, porque há diversos tipos de madeira plástica no mercado. Separamos todo o resíduo usado e encontramos um resultado homogêneo”, explica Thiago Paúra, gerente comercial da empresa.

A Cogumelo pode, atualmente, produzir em torno de 150 toneladas/mês. O preço, no entanto, ainda é um empecilho. “Comparado com a madeira nobre, a Policog (nome do produto) custa de 10 a 20% mais cara. Mas ela atua bem em diferentes ambientes, como piso, banco de praça, deque de piscina, móveis ou revestimento. E tem a vida útil estimada em mais de 50 anos, sem qualquer necessidade de manutenção. Também não propaga fungos ou absorve umidade”, garante Paúra. O metro quadrado para fazer um deque, por exemplo, sai por 160 reais e qualquer município do Brasil pode fazer encomenda por telefone.

Resíduos industriais

Não é apenas a Cogumelo que produz este tipo de alternativa à madeira. A Ecowood, empresa carioca que entrou nesta seara há cinco anos. Diferente da concorrente, a Ecowood só usa plásticos de indústrias, porque é mais limpo. “Elas são responsáveis pelo resíduo gerado. O mais comum é que paguem para alguém enterrar em um aterro controlado. Caso ele seja desativado, a responsabilidade de recolher o passivo é da própria indústria. Esta é a lei. Nós oferecemos transformá-lo em outra coisa”, avalia Marcelo Queiroga, sócio e administrador da área comercial da empresa.

clip_image006

Os resíduos industriais utilizados na confecção da madeira plástica (foto: divulgação/Ecowood)

Ele prefere não usar plásticos encontrados no lixo em função de possíveis infecções, praticidade e custo. A cadeia até que o insumo se transforme no produto final não é tão complexa. Depois de separado, o material passa por um moinho e vira espécie de farinha. Depois, dentro da máquina, sofre um processo termodinâmico e ganha o formato de chapa de madeira.

“Testes feitos na Universidade de Santos asseguram que a madeira plástica pode viver mais de 40 anos sem perda estrutural. Hoje, com o Anti-Raios Ultra Violeta (UV), agüenta sete anos sem perda de qualidade visual, sempre com manutenção zero. E o único aditivo que usamos é o corante, para dar tonalidade”, explica Queiroga.

O administrador afirma que o metro quadrado de sua madeira plástica custa 126 reais, mas que não pode fazer uma relação direta com os preços de madeiras nobres porque a dificuldade de conseguir bons exemplares é cada vez maior.

“Hoje fazemos mobiliário urbano, passarelas, bancadas. Mas já estamos estudando para desenvolver casas com o nosso produto”, completa. Quem tiver interesse em orçamentos pode entrar em contato diretamente com a Ecowood por e-mail ou telefone (abaixo). A venda acontece na Ecoplace, uma empresa parceira que possui arquiteto, capaz de fazer projetos e indicar as formas ideais de acordo com a demanda, e instalador para orientar o consumidor.

No Sul do país

Já no Sul do país, mais precisamente no Paraná, está a InBrasil. A sua história é um pouco diferente: em 2003, criou um laboratório para estudar o plástico que resulta do processo de expurgação nas indústrias recicladoras de papel. Com incentivo do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDES), o espaço de pesquisa virou uma indústria de confecção de madeira plástica, que hoje dá nome à empresa.

“Hoje, três indústrias, de Santa Catarina e Paraná, nos enviam cerca de 270 toneladas de plástico por mês, que iriam para os aterros. Tivemos muita despesa, o risco era grande, mas começamos a produzir em 2005. Agora, temos um projeto de expansão. O Material entra em uma forma de composto e processamos tudo, apenas com água e o maquinário”, explica Marco Sterle, um dos proprietários da InBrasil.

São inúmeros os produtos finais oferecidos, assim como manuais de montagem. Por isso, é difícil dizer qual o preço cobrado. Mas, apenas como referência, Sterle afirma que um metro de quadrado de assoalho sai por volta de 60 reais, com longa duração. Eles também fazem entrega em todo o território nacional e enviam o lodo final que sobra do processo para as próprias indústrias que forneceram a matéria-prima. Lá, o efluente é tratado. Ou seja, não há qualquer resíduo jogado na natureza.

------------------------------------------------

Endereços para os interessados:

Rio de Janeiro

Cogumelo

21. 3408.9000

policog@cogumelo.com.br

Ecowood

21 3656.3934 e 21 3656.3887

ecowood@ecowoodrio.com.br

contato@ecoplace.com.br

In Brasil

42. 3522.1771

inbrasil@inbrasil.ind.br

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Aglomerantes

Materiais de Construção – Araújo, Rodrigues & Freitas – UGFJ - http://www.ufrrj.br

image

1. Definição e Uso

Aglomerante é o material ativo, ligante, em geral pulverulento, cuja principal função é formar uma pasta que promove a união entre os grãos do agregado. São utilizados imagena obtenção das argamassas e concretos, na forma da própria pasta e também na confecção de natas.

As pastas são, portanto, misturas de aglomerante com água. São pouco usadas devido aos efeitos secundários causados pela retração. Podem ser utilizadas nos rejuntamentos de azulejos e ladrilhos.

Download: http://www.ufrrj.br/institutos/it/dau/profs/edmundo/Aglomerantes.pdf

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Asfalto vegetal pode ser a solução para estradas de terra

Materiais Avançados

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/01/2013

 

Bioasfalto vegetal pode ser a solução para estradas de terra

Wilson Smith se entusiasma com a coesão e a dureza apresentada pela mistura de poeira de estrada e lignina. [Imagem: KSU]

Bioasfalto

O asfalto parece ser a melhor solução do mundo quando se é forçado a viajar por uma estrada de terra.

Mas Wilson Smith, estudante da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, defende que nenhum dos dois é o ideal: nem o asfalto é a solução para todas as estradas, e nem tampouco há que se resignar a viajar por estradas poeirentas e esburacadas.

Por isso ele decidiu trabalhar com um material de origem vegetal, na tentativa de criar uma alternativa que melhore as condições de tráfego das estradas não pavimentadas.

Smith está trabalhando com a lignina, o material que dá rigidez às células vegetais, para fazer um composto que possa dar rigidez à terra solta e aos pedregulhos das estradas vicinais.

Lignina

O que torna a lignina um material particularmente valioso para essa aplicação é o seu comportamento adesivo quando é umedecida, com capacidade para agregar os materiais do solo, gerando uma coesão e criando uma espécie de "bioasfalto".

Isto torna a estrada de terra menos poeirenta, mais lisa e com uma menor necessidade de manutenção, sobretudo no período das chuvas.

A lignina está presente em todas as plantas, sendo rejeito de culturas comerciais, como no caso do bagaço da cana-de-açúcar, da palha de milho e de outros resíduos da agricultura, assim como da indústria do papel, o que a torna um material sustentável e renovável.

Depois de diversos experimentos, Smith selecionou cinco diferentes concentrações de lignina no solo, que se mostraram mais promissoras - 2%, 4%, 6% e 9% - e que agora estão sendo avaliadas na resistência da coesão do solo e, portanto, da diminuição da erosão da estrada.

Testes de campo

Com os bons resultados dos testes iniciais, a coordenadora do grupo, Dra Dunja Peric, selecionou novos estudantes para avaliar o uso do material em outras condições, o que inclui a secagem prévia e a aplicação direta da lignina no solo.

image"Nós queremos fazer uma análise exaustiva de como a coesão varia quando você muda a concentração de lignina, a quantidade de água e a compactação," disse Smith. "Isso vai determinar, em estudos de campo, qual a porcentagem de lignina produz a maior estabilização do solo."

O grupo programou uma apresentação dos resultados da sua pesquisa para meados de Fevereiro, quando eles esperam fazer parcerias para os testes de campo, o que não deverá ser difícil, já que o Kansas é um estado agrícola, com quase dois terços das estradas sem pavimentação.

domingo, 27 de janeiro de 2013

As 20 das maiores construções, segundo revista Travel+Leisure – Parte 1

Deslumbre-se com 20 das maiores construções, segundo revista Travel+Leisure

Imagem ilustrativa

Conheça alguns dos maiores prédios do mundo, como o Taj Mahal, maior mausoléu do planeta.

Quem passeia por Dubai não consegue desviar os olhos do arranha-céu envidraçado Burj Khalifa, um dos prédios mais altos do mundo. Quando se trata de arquitetura, uma das principais tendências é o superlativo: procura-se sempre o mais, tanto em altura quanto em outros recordes.

Inspiradores, os maiores prédios do mundo se concentram na Ásia, mostrando que há uma espécie de competição entre os países para ver quem atinge o céu mais rapidamente. O conceito de sustentabilidade também tem sido aplicado nas construções gigantescas, muitas ainda em andamento, mas já com data de inauguração.

Por serem construções imponentes, os arranha-céus têm atraído cada vez mais a atenção de turistas de todo o mundo, tornando-se pontos turísticos importantes que ajudam a alimentar o segmento e entreter. A revista americana Travel+Leisure criou uma lista com os maiores prédios do mundo que valem a visitação. Confira.

1 - Torre do relógio de Abraj Al-Bait, Mecca, Arábia Saudita: inaugurada em 2011, esta mega torre quebrou diversos recordes, sendo atualmente a maior torre de relógio do mundo, o maior hotel e o maior relógio. Ainda por cima é o segundo prédio mais alto do mundo, perdendo apenas para o Burj Khalifa de Dubai e sua estrutura é conectada à maior mesquita mundial, a Masjid al-Haram.

clip_image002

2 - Cidade Solar, Dezhou, China: inaugurado em 2011, levou dois anos para ficar pronto e foi projetado para ser o maior prédio com energia solar do mundo, ocupando um espaço de 800 mil m². No local há um hotel com 180 apartamentos todos funcionando exclusivamente com energia limpa.

clip_image004

3 - Khan Shatyr Tent, Astana, Casaquistão: o centro de entretenimento Khan Shatyr tem uma tenda transparente com teto de vidro de 150 m. Em seu interior há uma área equivalente a 10 estádios de futebol com parques, lojas, um clube de minigolfe, um rio e até uma praia artificiais com areia das Maldivas.

clip_image006

4 - Earthscraper, Cidade do México, México: invertido, este prédio de 274,3 m tem 65 andares embaixo da terra e é coberto por vidro temperado. A construção foi projetada para ser ecologicamente correta e foi construída invertida para preservar a vista da cidade histórica de Cauhtémoc.

clip_image008

5 - O Grande Museu Egípcio, Gizá, Egito: como um dos extremos da arquitetura, o museu que será inaugurado em 2013 faz parte de uma competição para chamar a atenção dos turistas. Recebeu investimento de US$ 550 milhões, fica numa área de 210 acres próximo às pirâmides e suas obras acontecem em um momento tenso da política local.

clip_image010

6 - Basílica de Nossa Senhora da Paz, Yamoussoukro, Costa do Marfim: construída entre 1985 e 1989, ao custo de US$ 300 milhões, tem capacidade para receber até 18 mil pessoas. Esta basílica foi ainda ricamente decorada com mármore italiano e vitrais franceses.

clip_image012

7 - Burj Khalifa, Dubai, Emirados Árabes: o maior prédio do mundo, com 828 m de altura, tem uma aparência agressiva, como uma arma de cristal a cortar o céu. No local há o hotel Armani, com 160 apartamentos e 144 residências vendidas por mais de US$ 3.500 o m².

clip_image014

8 - Skipark 360°, Estocolmo, Suécia: a maior pista de ski indoor do mundo será inaugurada em 2015 neste resort geotérmico com sol, vento e força hídrica artificiais, que terá uma descida de 700 m, um túnel de 3,5 km e rinks de hockey, patinação, área para snowboarding e até um spa.

clip_image016

9 - Boeing Everett Factory, Washington, EUA: a maior e mais produtiva fábrica do mundo, fabrica Boeings e, por isso, precisa de um espaço muito grande de 472 milhões de pés cúbicos e recebe visitas diárias de nove minutos cada.

clip_image018

10 - Prédio da assembléia de veículos, Cabo Canaveral, Flórida, EUA: decorada com uma imensa bandeira americana, o prédio ocupa uma área de oito acres e fica no Centro Espacial Kennedy, que já ajudou a realizar 135 missões espaciais. O local reabriu para visitações em novembro de 2011.

clip_image020

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Manual de Revestimentos de Argamassa

imageAssociação Brasileira de Cimento Portland – ABCP

O Manual é uma das ferramentas do Projeto Revestimentos de Argamassa disponibilizadas para a Comunidade da Construção. Por ser instrumento de uma comunidade técnica ativa, é nosso objetivo que o Manual seja continuamente criticado, modificado e atualizado. Para facilitar tanto a expressão de idéias dos usuários do Manual quanto a obtenção de cópias atualizadas, foi criada uma seção específica dentro da área logada do site www.comunidadedaconstrucao.com.br

Download: http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/upload/ativos/279/anexo/ativosmanu.pdf

domingo, 20 de janeiro de 2013

Fibrocimento de fibras de Eucalipto tem diversas vantagens

Por João Ortega - joao.ortega@usp.br

Publicado em 18/junho/2012

 

Fibras de eucalipto dentro do fibrocimento em aumento de 300 vezes

Experimentos realizados na USP de São Carlos comprovaram que as fibras de eucalipto podem substituir as fibras de amianto como componente do fibrocimento. O amianto é um produto não-renovável e que pode causar problemas de saúde para quem trabalha com ele. A alternativa ao material mais usada é a fibra de Pinus (espécie de pinheiro). Contudo, os testes mostraram que o uso das fibras de eucalipto tem custo menor em relação ao Pinus, além de ser biodegradável e de caráter renovável.

Os resultados foram obtidos na pesquisa de doutorado Fibras curtas Eucalipto para novas tecnologias em fibrocimento, do engenheiro Gustavo Henrique Denzin Tonoli, atualmente professor na Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. O estudo foi orientado pelo professor Francisco Antonio Rocco Lahr, recebeu recentemente o Prêmio Capes 2011, que premia teses de doutorado no Brasil pela sua qualidade e originalidade. A tese foi apresentada no programa de pós-graduação Interunidades Ciências e Engenharia de Materiais (CEM) da USP, em São Carlos.

O fibrocimento é um produto de baixo custo amplamente utilizado para diversos materiais de construção civil como caixas d’água, paredes pré-fabricadas e telhas, entre outros. No Brasil, a fabricação desse produto chega a 2,5 milhões de toneladas por ano, correspondente a um mercado de aproximadamente R$ 2 bilhões.

“A pesquisa é multidisciplinar, trabalha com química, física e engenharia”, afirma Tonoli, ressaltando os diversos atributos que o fizeram receber o prêmio. “Ela também tem aspectos sociais e ambientais, de sustentabilidade, que são importantes”.

Vantagens

clip_image001Produção de fibrocimento chega a 2,5 bilhões de toneladas anuais no Brasil

As fibras de Eucalipto têm custo menor do que as de Pinus, o que é importante para o fibrocimento, que pretende ser um produto de baixo custo, podendo ser usado, por exemplo, em programas de habitação. Além disso, o Brasil é o maior produtor do mundo de polpa celulósica de Eucalipto.

Fibras de Eucalipto apresentam, em uma mesma massa, quatro vezes mais filamentos que as de Pinus. Isso acarreta em uma maior resistência do fibrocimento.  Além disso, existe uma melhoria nos aspectos econômicos e ambientais em relação ao Pinus: “A questão da maior quantidade de filamentos faz com que as máquinas que fazem o fibrocimento tenham o mesmo ou até melhor desempenho, gastando menos energia”, explica o engenheiro.

Reconhecimento

No dia 6 de junho, a pesquisa de Tonoli estava entre as ganhadoras anunciadas da edição de 2011 do Prêmio Capes. Na sede da Capes, em Brasília, no dia 11 de julho, haverá a cerimônia de entrega da premiação. Além disso, acontece também o anúncio dos três vencedores do Grande Prêmio Capes de Tese. O engenheiro concorre na área de Engenharias e Ciências Exatas e da Terra.

Porém, esta não foi a única premiação recebida pela pesquisa. Na própria banca de defesa de doutorado, o estudo recebeu Menção de Louvor. O Prêmio Excelência em Construção Sustentável, organizado pela empresa Holcim e a Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Antac), também foi ganho pela tese. No Prêmio Brasil de Engenharia 2010, a pesquisa ficou em primeiro lugar com louvor na categoria “Construção Sustentável”.

Imagens: cedidas pelo pesquisador

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Fibrocimento sem amianto, ecologicamente correto..., e brasileiro

Materiais Avançados

Antonio Carlos Quinto - Agência USP - 08/03/2007

clip_image001Um novo tipo de fibrocimento, composto com fibras de escória, poderá ser usado como alternativa ao cimento-amianto na confecção de telhas, placas planas e acessórios, como caixas d'água e suportes para ar condicionado. O amianto é um mineral altamente prejudicial à saúde, cancerígeno, e já foi banido da maioria dos países. No Brasil ele continua sendo utilizado.

A novidade surgiu como conseqüência de uma pesquisa desenvolvida pelo engenheiro Carlos Eduardo Marmorato Gomes, formado na Universidade de São Paulo. "Considero que seja um produto 'ecologicamente correto', já que o amianto, usado no método tradicional de fabricação desses produtos é extraído da natureza e é nocivo à saúde", ressalta o engenheiro.

Fibrocimento sem amianto

Protótipos do novo fibrocimento já foram construídos e aprovados em testes de resistência eclip_image003 durabilidade. A escória usada no processo é um subproduto da siderurgia. Gomes explica que boa parte deste material é encaminhado a aterros sanitários, "o que também é prejudicial ao meio ambiente". Além da escória, o novo produto é constituído por um composto híbrido de fibras poliméricas e de celulose.

De acordo com o engenheiro, além do ganho ecológico, considerando-se todo sistema produtivo do novo fibrocimento, pode-se atingir a uma economia de 30% em relação ao produto convencional. Nos testes, a composição de uma telha de amianto foi constituída de 8% a 15% de amianto, cerca de 25% de calcário e por um composto híbrido de fibras poliméricas, celulose e escória. "O restante foi complementado com cimento Portland", conta Gomes. Contudo ele alerta não tratar-se de um "receituário". "As composições podem variar de acordo com o produto e com o sistema de fabricação", diz.

Casas de aço

Além do aspecto ecológico do novo produto, Gomes chama atenção para a inovação também no processo produtivo. "Poderá por meio deste produto, ser viabilizada uma nova tecnologia para a produção de moradias, denominada steel-frame", conta.

Nos laboratórios, o método de fabricação usado foi o da extrusão, que mostrou-se mais econômico no gasto de energia elétrica, gerando menos resíduos e registrando menor consumo de água. "O método de produção convencional, denominado Hatschek, apesar de ainda usado na indústria nacional, pode ser considerado obsoleto", diz o engenheiro.

Casas de baixo custo

Os estudos de Gomes visaram principalmente a utilização do fibrocimento em habitações populares. "Temos a garantia de que esse novo produto tem durabilidade e resistência semelhantes aos convencionais. Além disso, atingiu níveis satisfatórios no que diz respeito às normas de aplicação", garante.

Dados de 2003, do Sindicato Nacional dos Produtores de Artefatos de Cimento (SINAPROCIM) mostram que no Brasil, naquele período, existiam cerca de 400 milhões de metros quadrados (m2) de cobertura, sendo que aproximadamente 50% desse total eram fabricados em amianto. "Em 2006, subiu para cerca de 420 milhões de m2 de coberturas, sendo 46,7% em fibrocimento de amianto. Isso mostra o mercado promissor para esses novos produtos", avalia.

CHAPAS NATUROCIMENTO

 

image

Nota: a presente ficha informativa, apesar de ser a descrição de um produto português, contem em seu bojo informações de grande importância para os construtores e profissionais de engenharia brasileiros que podem empregar em seus projetos, materiais senão iguais, pelo menos similares, fabricados no Brasil.

 

As chapas e acessórios P177, pela sua elevada resistência física, mecânica e química, têm um leque de aplicações quase ilimitado, nomeadamente em coberturas e revestimentos verticais de edifícios agrícolas, fabris e urbanos, pavilhões desportivos, instalações militares, etc. São também usados para impermeabilização e isolamento de lajes de cobertura e empenas de edifícios.

Download: http://www.gsantiago.com/catalogo/coberturasp177_2.pdf

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

SUBTELHA NATUROCIMENTO

imageNota: a presente ficha informativa, apesar de ser a descrição de um produto português, contem em seu bojo informações de grande importância para os construtores e profissionais de engenharia brasileiros que podem empregar em seus projetos, materiais senão iguais, pelo menos similares, fabricados no Brasil.

Download: http://www.construlink.com/LogosCatalogos/cimianto_subtelha_soutuile_ficha_tecnica_ed2006_2009.pdf?random=1879760057