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sábado, 28 de setembro de 2013

Esgoto Sanitário

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Universidade Católica de Goiás
Departamento de Artes e Arquitetura
Escola Edgar Graeff

SHAU 2

Sistemas hidrossanitários na arquitetura e urbanismo

Notas de aula
Tabelas, e recomendações.
Esgoto Sanitário.
Prof. Ms. Gerson Antonio Lisita Lopes Arantes
Agosto/2004

sábado, 19 de junho de 2010

A Respeito do PL 2.245

Caros colegas de Assenotec

Vejam o texto que se segue em divulgação do Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo a respeito do PL nº 2.245, de 2007.

“O PL 2245/07, de regulamentação profissional, sofreu uma mudança significativa no artigo 2º que trata das atividades profissionais.

Infelizmente uma boa parte dos engenheiros, em particular civis, tem anunciado aos quatros cantos idéias distorcidas e erradas, quais sejam:

1. tecnólogo quer ser engenheiro - ERRADO, pois se assim fosse fariam engenharia.

2. tecnólogo faz um curso de 3 anos e quer fazer o que o engenheiro faz com curso de 5 anos - ERRADO, pois os 3 anos do curso de tecnologia é focado em 1 ou 2 campos de atuação e o de engenharia em vários campos de atuação.

3. As atividades: dirigir, coordenar, supervisionar, projetar, planejar, etc. são exclusivas de engenheiros - ERRADO, pois são verbos de ação e podem ser utilizados por qualquer profissional, pessoa, enfim todos os cidadãos. O que precisamos avaliar são as competências e habilidades dos tecnólogos adquiridas nos bancos escolares e daí definir em que campo de atuação exercerão essas atividades profissionais. Portanto, todos podem exercer todas essas atividades, basta definir, onde, como e o que, etc.

4. Tecnólogo deve trabalhar sob supervisão de engenheiro - ERRADO,  essa relação hierárquica será estabelecida no setor produtivo e terá como determinantes a competência, experiência, enfim currículo do profissional e não uma determinação burocrática de uma resolução. Ninguém assume responsabilidades técnicas por resolução. Se essa idéia prevalece a reserva de mercado continuará e isso sim é um risco à sociedade. O país precisa de profissionais competentes, sejam eles tecnólogos, engenheiros, arquitetos, agrônomos, médicos, advogados, administradores, etc., etc.

5. O PL de regulamentação é um risco para a sociedade - ERRADO, a sociedade já corre risco com os bacharéis que fomentam a discordia e descredenciam os tecnólogos para garantir seus espaços com resoluções, leis, etc. Essa forma de legislar acoberta os oportunistas e incompetentes. Lembro que os tecnólogos não são ameaça são graduados para contribuir com o desenvolvimento social, econômico e tecnológico.

Bem, essa movimentação remete a entender que quanto mais os tecnólogos se organizam mais cria oportunidades de mudanças que levam a valorização, reconhecimento e principalmente a sua inserção. O PL de regulamentação não reserva mercado, simplesmente inclui os tecnólogos e a eles dá o direito de trabalhar de forma plena na área de formação e segundo suas competências. Esse é o conceito que o PL de regulamentação deve contemplar.

Como a questão é política, realmente as manifestações dirigidas aos políticos é importante, assim como é importante as negociações com todos os envolvidos.

Cada um de nós preferencialmente organizados nas entidades estaduais, deve trabalhar para esclarecer àqueles que não conhecem a formação de tecnólogo, bem como mostrar que o PL não afronta, não reserva, mas incluí o tecnólogo.

A aproximação com o Conselho Profissional também é importante, pois muitas decisões e ações no campo da engenharia são emanadas dos seus colegiados.

A máxima é que os Conselhos Profissionais de Fiscalização podem não ajudar, mas se quiserem pode prejudicar e muito, portanto participar desse colegiado pode ser uma oportunidade de entendimento, esclarecimento e construção das mudanças, sem descartar os embates naturais, jurídicos ou não. O importante é conhecer os possíveis causadores de problemas.

Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo”

segunda-feira, 10 de maio de 2010

NOTA

Para mostrar que não somos de guardar rancor e nem de dar azo à discórdia, estamos retirando do nosso blog, atendendo à orientação do Sr. Presidente da Assenotec, Tecgo. Kemmison Luiz, e por compreender que homens de bem se entendem com diálogos civilizados, a Nota de Repúdio da categoria e o artigo do colega Romão Silva, posto que o Sr. Josimar Rodrigues, Tecnólogo em Construção Civil, Arquiteto e Urbanista e atual Inspetor do CREA-Regional do Acaraú, procurou desfazer o mal entendido de sua resposta à indagação de um estudante do curso de Tecnologia da Construção, em episódio recente em palestra sobre “A construção civil na história das cidades” ocorrida no dia 26 de abril de 2010, nas dependências da UVA.

Precisamos, cada um de nós, dar a nossa parcela de contribuição e conviver harmonicamente com todos os profissionais da área de engenharia e afins, porque dependemos uns dos outros e devemos contribuir para o progresso, não só da Nação, mas de todo globo terrestre. A convivência pacífica, a solidariedade, o intercâmbio e o sentimento de fraternidade devem ser um conjunto de atitudes constantes em nosso labor diário e em nossa vida.

Sejamos um exemplo de civilidade, um espelho para as novas gerações de profissionais e para que tenhamos melhores dias na convivência cotidiana.

antromsil