quarta-feira, 17 de abril de 2013

Tipos de telhas cerâmicas

Fonte: http://arquitetojocimarpaixao.blogspot.com.br/2011/05/tipos-de-telhas-ceramicas.html

ABAIXO ESTÃO LISTADOS ALGUNS TIPOS DE TELHA E SUAS CARACTERÍSTICAS

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PORTUGUESA
Material: Cerâmica
Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2,5 Kg por peça
Inclinação Mínima: 30%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Esmaltada (21 cores), natural e branca.

 

TELHA ROMANA
Material: Cerâmica
Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2,4 Kg por peça
Inclinação Mínima: 26%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural e esmaltada em diversas cores

 

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TELHA ROMANA PLAN
Material: Cerâmica
Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2,4 Kg por peça
Inclinação Mínima: 26%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas

 

TELHA AMERICANA
Material: Cerâmica
Quantidade: 12 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 3,1 Kg por peça
Inclinação Mínima: 38%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Branca e malhada

 

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TELHA FRANCESA
Material: Cerâmica
Quantidade: 17 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2,4 Kg por peça
Inclinação Mínima: 36%
Inclinação acima de 80%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural

TELHA ITALIANA
Material: Cerâmica
Quantidade: 14 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 3,1 Kg por peça
Inclinação Mínima: 30%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas

TELHA GERMÂNICA

Material: Cerâmica
Quantidade: 32 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 1,6 Kg por peça
Inclinação Mínima: 45%
Inclinação acima de 60%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural e esmaltada

 

TELHA URUGUAIA
Material: Cerâmica
Quantidade: 30 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 1,6 Kg por peça
Inclinação Mínima: 45%
Inclinação acima de 50%, recomenda-se fixação das telhas

TELHA PLAN: Especificações
Material: Cerâmica
Quantidade: 27 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2 Kg por peça
Inclinação Mínima: 27%
Inclinação acima de 40%, recomendamos furação para fixação das telhas
Cor: Natural

TELHA COLONIAL PAULISTA (c/ trava)
Material: Cerâmica
Quantidade: 22 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2,2 Kg por peça
Inclinação Mínima: 30%
Inclinação acima de 40%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural

 

TELHA COLONIAL PAULISTA (grande)
Material: Cerâmica
Quantidade: 17 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 3 Kg por peça
Inclinação Mínima: 25%
Inclinação acima de 40%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural

 

TELHA COLONIAL PAULISTA
Material: Cerâmica
Quantidade: 26 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 2 Kg por peça
Inclinação Mínima: 25%
Inclinação acima de 40%, recomenda-se fixação das telhas
Cor: Natural

TELHA TÉGULA
Material: Argamassa
Quantidade: 10,5 telhas por metro quadrado de telhado
Peso: 4,7 Kg por peça
Inclinação Mínima: 30%
Inclinação acima de 96%, recomenda-se fixação das telhas

Espaçamento entre ripas de 32cm.
Cor: Cinza pérola, cinza grafite, vermelho cerâmica, bege colonial, bege damasco e cristal.

 

TELHA CUMEEIRA PAULISTA
Material: Cerâmica
Quantidade: 3 telhas por metro linear
Peso: 2,5 Kg por peça

 

Postado por Arquiteto Jocimar Paixão

terça-feira, 16 de abril de 2013

Telhas Cerâmicas

Telhas Cerâmicas: Tipos e Características

Amigos, as telhas cerâmicas foram uma das primeiras formas de cobertura no nosso país e, até hoje, são muito utilizadas. São famosas e conhecidas popularmente como telhas coloniais. Elas não tem um custo muito barato por ter um engradamento de madeira de lei.

A madeira utilizada para o engradamento dos telhados cerâmicos é a Massaranduba ou Paraju, isso na região sudeste do Brasil. Os telhados cerâmicos proporcionam conforto térmico e beleza a edificação.

Macete 01: Quanto mais inclinado for o telhado, maior a quantidade de madeira será gasta no engradamento (estrutura) do telhado!

As características das telhas que vamos abordar abaixo são aproximadas, porque a telha de cada fabricante possui algumas características e recomendações de aplicação próprias, por isso, verifique e siga sempre as instruções do fabricante.

Vejamos quais são os tipos de telhas cerâmicas:

 

Telha Americana: necessitam inclinação mínima de 30%, tamanho aproximado de 43cm, consumo médio de 16 un/m2, peso de 36 kg/m2. Geralmente são encontradas nas cores vermelha, branca e mesclada (vermelha e branca). Capa e bica são separadas.

 

 

Telha Colonial: necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho aproximado de 48cm, consumo médio de 24 un/m2, peso de 57,6 kg/m2 . A capa e bica são separadas. São encontradas nas cores vermelha, branca e mesclada (vermelha e branca).

 

 

Telha Italiana: necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho aproximado de 41cm, consumo médio de 14 un/m2, peso de 38,50 kg/m2. É uma única folha de capa e bica.

 

 

 

Telha Romana: necessitam de inclinação mínima de 30%, tamanho aproximado de 40cm, consumo médio de 16 un/m2, peso de 38,40kg/m2. É também uma única folha de capa e bica.

 

 

Telha Portuguesa: necessitam inclinação mínima de 30%, tamanho aproximado de 41cm, consumo médio de 17 un/m2, peso de 40,8 kg/m2. É uma única folha de capa e bica.

 

 

 

Telha Francesa: São telhas praticamente planas, sem a formatação capa e bica, por isso exigem inclinação maior (por volta de 36%), tem tamanho aproximado de 41cm, consumo médio de 16un/m2, peso de 43,2kg/m2.

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Faça um estudo para escolher qual o tipo ideal de telha cerâmica para colocar no telhado da sua edificação. Leve sempre em consideração custo, mão-de-obra, beleza e valorização da arquitetura.

Macete 02: Faça a comparação de preços dos tipos de telha pelo consumo por metro quadrado (un/m2) e não por milheiro!

 

Fonte: http://www.pedreirao.com.br/geral/telhados-e-forros/telhas-ceramicas-tipos-e-caracteristicas-passo-a-passo/

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Plásticos reciclados na construção

Plástico reciclado na construção de casas

http://blog.embalagemmarca.com/2010/01/plastico-reciclado-na-construcao-de.html

Telha feita de garrafa PET pela Telha Leve (Fotos: Divulgação)

          O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

          As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.


“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a embalagem plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

          A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

          O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana ("tipo cogumelo", feita de concreto e que não necessita de vigas).

          A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” a partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.

          A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.


Cores diferentes de telhas de plástico reciclado

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Apostila de Polímeros

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Profª. Carolina Barros – Março  de 2011

Arquivo em PDF – não permite cópia

Principais aplicações dos polímeros na construção civil . .... Por volta de 1860 já havia a moldagem industrial de plásticos naturais ..... Possibilidade de serem usados no fabrico de peças nas mais variadas formas, tamanhos e cores; ...

 

Dowload: http://edificaacoes.files.wordpress.com/2011/04/apo-polimeros-completa-publicac3a7c3a3o.pdf

sábado, 6 de abril de 2013

TIJOLOS FABRICADOS COM GARRASFAS PET

A utilização na Arquitetura

TIJOLOS FEITOS DE GARRAFAS PET

No Departamento de Engenharia Química, no Centro Tecnológico da UFPA – Universidade federal do Pará, o recém-graduado Neílton da Silva Tapajós, desenvolveu sua tese de graduação em cima de mais uma nova função para as garrafas plásticas: a fabricação de tijolos para a construção civil. O tijolo origina-se da combinação individual do PET com gesso, cimento, resina cristal e caroço moído de açaí. O melhor resultado para o objetivo proposto, foi alcançado na combinação com o cimento. Neste caso especificamente não se trata da utilização do reciclado, mas do produto integralmente.

imageEmbutindo três garrafas, ele montou um monobloco plástico que foi envolvido por uma camada de um centímetro e meio de cimento, dentro de uma forma de madeira. Doze horas depois, o cimento estava curado, revelando um tijolo de paredes lisas, com saliências e reentrâncias nas laterais para encaixe de outros tijolos. O tijolo pré-moldado ficou mais resistente com o monobloco em seu interior. Além disso, ao ocupar o lugar do cimento, as garrafas reduzem substancialmente a quantidade de insumo e os custos na construção civil. Ele se enquadra como bloco de vedação, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, pois consegue suportar a própria carga, deve ser aplicado em paredes. Não pode ser utilizado em pilares e vigas, pois não é considerado estruturalmente seguro. Como os tijolos foram projetados com saliências e reentrâncias para se encaixarem, a montagem da parede dispensaria cimento na liga entre eles. O resultado seria uma parede lisa que também dispensaria emboço e reboco. Uma camada de argamassa leve seria suficiente para deixar a parede em condições de receber a pintura final, racionalizando consideravelmente o custo da obra.

Estudos realizados demonstraram que o monobloco PET não sofre nenhuma dilatação no interior do tijolo mesmo quando este é colocado à prova com maçarico a 75º C, temperatura limite para a despolimerização da resina. Outra afirmação é quanto ao nível de ruído e calor. A literatura afirma que o PET é uma barreira térmica. Logo, a parede construída com esse tipo de tijolo reduziria o calor e tornaria os cômodos da casa mais refrescantes. O sol não conseguiria propagar o calor através da parede.

O mesmo é possível dizer quanto ao som. O Laboratório de Sistemas Construtivos da Universidade Federal de Santa Catarina (Labsisco/UFSC) desenvolveu também um trabalho significativo nesta área. Dentro de um molde de madeira, o painel modular para uma casa pré-fabricada é construído. Primeiro se preenche o fundo com uma camada de concreto, de 2cm de espessura. Em seguida, são colocadas as garrafas plásticas do tipo PET, quem tiveram a parte superior cortada e foram encaixadas umas nas outras. Na lateral, é encaixada uma armadura de ferro que dá resistência ao bloco. Para completar, o painel é preenchido com mais concreto.O professor Fernando Barth, coordenador do Labsisco, explica que construir uma casa com material PET é muito prático, porque, como os blocos já vêm todos prontos, a casa pode ser montada em 48 horas. Além disso, o uso das garrafas plásticas faz com que, a exemplo da experiência anterior, as paredes apresentem um melhor desempenho térmico, maior espessura e rigidez e menor peso. O próximo passo do projeto será a realização de testes de resistência e impacto dos blocos produzidos no laboratório para que a eficiência do produto seja comprovada.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A UTILIZAÇÃO DE PLÁSTICOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

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http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2012/artigos/104468.pdf

clip_image004Ana Carolina A. C. de Lima – anababycarolina@hotmail.com

Universidade Federal do Pará, Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental

Travessa Rui Barbosa, 770 - 66053-260 – Belém – Pará

Gabrielle S. da Rocha – gabrielle.soutorocha@hotmail.com

Rua Padre Romeu, 24 - 67.200-000 – Marituba – Pará

Noemy Yuri H. Konagano – noemy_hk@hotmail.com

Rua da providência, 59A, Coqueiro, Conjunto Cidade Nova I - 67015260 – Ananindeua – Pará

 

Download: http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2012/artigos/104468.pdf  

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Uso do plástico na construção civil

http://simpep.com.br/wp/2012/06/uso-do-plastico-na-construcao-civil-reformula-produtos-e-contribui-para-elevar-ecoeficiencia/

Uso do plástico na construção civil reformula produtos e contribui para elevar ecoeficiência

imageIndústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais.

No ano em que diversos países se reunirão, na Rio+20, para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.

A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.

“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.

Menos entulho

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.

Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.

Alternativa

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.

Origem renovável

O polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.

O “polietileno verde” tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera – gás causador do efeito estufa – durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Fonte: Braskem

quarta-feira, 27 de março de 2013

PISOS EM EDIFICAÇÕES

imageApresentações P. Point. José de A. Freitas Jr. /Construção Civil II –UFPR

Possibilita contra-pisos com menos de 2cm de espessura. ..... Tipos de pisos e acabamentos sobre o contra-piso; ...

Dowload: http://www.dcc.ufpr.br/wiki/images/a/a1/TC025_Pisos_em_edificações.pdf

segunda-feira, 25 de março de 2013

Você sabe o que é Compliance?

Você sabe o que é 'Compliance' e quais são seus Princípios?

http://www.iso31000qsp.org/2013/03/voce-sabe-o-que-compliance-e-quais-sao.html

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Compliance é o resultado do atendimento, por parte de uma organização, às suas obrigações.*

As políticas e os procedimentos para atingir o compliance devem ser integrados a todos os aspectos de como a organização opera. O compliance não deve ser visto como uma atividade isolada, mas deve estar alinhado aos objetivos estratégicos globais da organização. Um programa de compliance eficaz dará sustentação a esses objetivos.

O compliance deve, ao mesmo tempo em que mantém sua independência, ser integrado aos sistemas de gestão da organização (gestão financeira, de riscos, da qualidade, ambiental, da segurança e saúde no trabalho, etc.) e a seus requisitos e procedimentos operacionais.

Um programa de compliance eficaz que abranja toda a organização proporcionará a possibilidade dela demonstrar seu comprometimento com o compliance a leis pertinentes, incluindo requisitos legais, códigos da indústria, normas técnicas, bem como a padrões de boa governança corporativa, ética e expectativas da comunidade. A maneira como uma organização trata o compliance deve ser modelada por seus valores principais e por padrões éticos, comunitários e de governança corporativa normalmente aceitos.

A não adoção dos valores acima em todos os níveis de operação de uma organização a expõe a riscos de falha de compliance. Em muitas situações, a Justiça tem levado em consideração o comprometimento de uma organização com o compliance ao estabelecer a penalidade a ser aplicada por violação de leis pertinentes...

A norma australiana AS 3806:2006 apresenta doze princípios e orientações para o delineamento, o desenvolvimento, a implementação, a manutenção e a melhoria de um programa de compliance flexível, responsivo, eficaz e mensurável de uma organização.

Antes de implementar seu programa de compliance, a organização deve identificar seus riscos de compliance, classificar a probabilidade e as consequências de potenciais falhas de compliance e alocar recursos para o seu tratamento conforme necessário (o Manual de “Diretrizes para a Implementação da ISO 31000:2009”, da Coleção Risk Tecnologia, traz orientações sobre o processo de avaliação de riscos).

O risco de falha de compliance deve ser reavaliado sempre que houver:

(a) atividades, produtos ou serviços novos ou modificados;

(b) mudanças na estrutura ou estratégia da organização;

(c) mudanças externas significativas; ou

(d) mudanças nas obrigações de compliance.

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*(Wikipédia). Nos âmbitos institucional e corporativo, Compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer.

O termo compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa: agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido.

Compliance é muito presente em instituições e empresas. Originada no mercado financeiro, tem se estendido para as mais diversas organizações privadas e governamentais, especialmente aquelas que estão sujeitas a forte regulamentação e controle.

Com as atividades de compliance, qualquer possível desvio em relação à política interna é identificado e evitado. Com isso, sócios e investidores têm a segurança de que suas aplicações e orientações serão geridas segundo as diretrizes por eles estabelecidas.

Não existe compliance se não houver segregação (separação) de funções: por exemplo, quem determina um investimento não pode ser a mesma pessoa a fiscalizá-lo; quem cria uma norma interna não pode nomear a si próprio como fiscalizador dessa norma.

A partir de meados da década de 90, todas as organizações públicas e privadas passaram a adotar o compliance como uma de suas regras mais primárias e fundamentais para a transparência de suas atividades. O oposto também é válido: as empresas ou órgãos públicos que não possuem uma área forte de compliance perdem em credibilidade perante as partes interessadas (stakeholders) e cada vez mais perdem oportunidades no mercado, principalmente no financeiro.

As atividades de compliance, para terem credibilidade, não devem ter em seus quadros jovens recém-contratados, recém-formados ou estagiários. Só devem ocupar cargos de compliance pessoas com larga e comprovada experiência no negócio em si e também com forte experiência em cargos de liderança em empresas de médio ou grande porte.

Devido à enorme responsabilidade dos executivos de compliance, eles devem estar prontos para responder aos stakeholders e perante a lei por suas atividades.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Tira dúvida- O que Listelo e tozzeto?

http://www.colegiodearquitetos.com.br/dicionario/14/02/2009/o-que-e-listelo/

http://www.colegiodearquitetos.com.br/dicionario/15/02/2009/o-que-e-tozzeto/

Terminologia arquitetônica Prof. Pinhal

Listelo  - é Filete. Pequena moldura usada para arrematar peças cerâmicas. Antigamente também chamado de “grega” é um acabamento, normalmente utilizado como se fosse uma moldura. Em geral é utilizado em conjunto com a cerâmica, é colocado habitualmente a meia-altura. Existem faixas decorativas em papel auto-adesivo que podem substituir o listelo. Se for aplicar no piso, também como moldura, que é o mais habitual, certifique-se que é adequado para essa utilização.

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Tozzeto  - é Palavra italiana que significa pequenas peças de cerâmica. Elas se encaixam em outras maiores, compondo pisos e paredes.

Podem ser de mármore, granito ou outro material que compõem com outros pisos e revestimentos criando um efeito decorativo.

Geralmente, as peças não ultrapassam 12,5 cm, são quadradas e a venda é feita por unidades ou pacotes com dez peças.

Uma forma bastante comum de usar é escolher o tozetto com desenhos e cores que contrastam com o piso usado em todo o local.

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fonte: http://www.pinhalarquitetura.com.br

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http://www.assoalhosmonet.com.br/tacao-madeira.php


Tacão de Madeira

Você deve estar se perguntando: O que é um tacão de madeira?

Tacão de madeira é um piso de peças maciças em tamanhos iguais. As peças são colocadas individualmente sobre um contrapiso.

As madeiras utilizadas para fazer o Tacão de madeira são: Cumaru, cabreúva, marfim, jatobá e ipê. Todas são madeiras de alta resistência e mais requisitadas do mercado.

O Tacão de madeira feito com a cabreúva tem alta resistência, pois a madeira é dura e compacta, da mesma forma são as madeiras guarapa, cumaru, jatobá e ipê. O que diferencia um pouco das demais é o Tacão de madeira feito com a madeira marfim que, pois a sua tonalidade suave embeleza as peças.

O Tacão de madeira possui grande resistência e versatilidade, eles são ótimas opções de revestimento, a vantagem do Tacão de madeira é que ele ajuda a manter a temperatura agradável em mudanças climáticas.

O Tacão de madeira é bonito, charmoso, impõe certo glamour e são fáceis de limpar. Todo Tacão de madeira deve ser limpo somente com pano úmido, nunca se deve passar produtos que não sejam específicos para tacos.

A Assoalhos Monet produz o tacos em diversos tipos de madeira e formatos (tacos, taco palito, Tacão de madeira) e os padrões gráficos são definidos de acordo com o projeto: dama, diagonal, escama, amarração.

O Tacão de madeira é seco em estufa a vapor ou ao ar livre, para manter toda qualidade da madeira e evitar danos causados pela secagem mal sucedida.

Existe uma grande demanda do Tacão de madeira no mercado, desde os mais remotos tempos a madeira vem sendo utilizada pelos homens, tanto em seus projetos de conquista do mundo nas construções de embarcações como nas construções de suas moradias, sendo esta utilizada desde a estrutura até o acabamento e decoração, encontramos projetos de madeira que atravessaram os séculos . A utilização de pisos, assoalhos, tacos, Tacão de madeira e forros de madeira constituem uma antiga prática construtiva, muito observada á séculos atrás até hoje.

Conheça mais sobre este produto na Assoalhos Monet, os profissionais lhe ajudarão encontrar a melhor solução para o seu projeto. Tacão de madeira é aqui.

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Pisos de madeira 2

Fonte:

http://www.pisodemadeira.net/tipos-de-piso-de-madeira/

imageNeste post falaremos um pouco sobre os diversos tipos de pisos de madeira disponíveis no mercado para você decorar a sua casa. Preparamos uma lista com os tipos de pisos, uma breve explicação sobre eles, as formas de instalação do piso de madeira e algumas características principais. Além de imagens para exemplificar.

Para escolher o melhor tipo de piso de madeira para sua casa ou escritório, é preciso levar em consideração alguns aspectos importantes, como:

· Tipo de madeira;

· Cor do piso;

· Durabilidade;

· Marca do produto;

· Modo de instalação etc.

Desta forma, você poderá escolher o seu piso da melhor forma possível. Alguns deles podem variar em sua cor, tipo de madeira ou acabamento, com ou sem verniz, por exemplo. Confira a lista dos principais tipos de pisos de madeira do mercado:

ASSOALHO - Este tipo de piso é formado por réguas de madeira maciça com comprimento, espessura e larguras variáveis. Desta forma, você pode distribuí-los da forma que achar melhor, formando desenhos, paginações exclusivas etc.

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Instalação: O assoalho pode ser instalado de forma direta, aplicado sobre o contrapiso por barroteamento, que são pequenas peças de madeira embutidas no contrapiso onde as peças são fixadas. O seu fixamento é muito simples, possuindo encaixes laterais que facilitam a instalação.

Características: As principais características deste produto são a durabilidade e o acabamento, além da fácil instalação.

CARPETES DE MADEIRA

Os chamados carpetes de madeira são, na verdade, lâminas de madeira com base de compensado, que medem cerca de 7mm de espessura e possui dimensões variáveis.

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Instalação: A sua instalação é do tipo flutuante, onde as lâminas de madeira são assentadas sobre manta plástica e fixadas lateralmente por colagem ou encaixe entre as peças. É o tipo mais utilizado nos dias de hoje.

Características: Este tipo de piso é muito fácil de se instalado, podendo ser feito pelo próprio morador da casa. Há a possibilidade de ser instalado por cima de piso já existente sem maiores problemas. O único porém é que o carpete de madeira pode riscar com facilidade, não sendo indicados para áreas de grande circulação.

LAMINADOS

Os pisos laminados, muito famosos nos dias de hoje, nada mais são do que réguas de material composto, com cerca de 8mm de espessura, prensados e resinados, reproduzindo, na superfície, padrões de madeira.

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Instalação: Sua instalação também é muito simples, contando com réguas de madeira que são fixadas entre si por colagem ou encaixe, e apoiadas no próprio piso.

Características: Possui encaixe lateral entre as peças e pode também ser instalado sobre pisos já existentes no local. A aparência do piso, por vezes, é artificial, sem aquela aparência de madeira natural.

TACOS E PARQUETES

Os tacos são pequenas placas de madeira maciça com tamanhos variáveis, que podem ser montados de acordo com o desejo do cliente, formando diversas formas geométricas para decorar os ambientes. Já os parquetes são placas compostas por pequenos tacos rejuntados, formando mosaicos.

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Instalação: A instalação é feita pelo método de colagem sobre o contrapiso.

Características: Atualmente, colas especiais tornaram a fixação mais resistente, diminuindo o risco das peças descolarem, o que era um problema anos atrás. A possibilidade de formas mosaicos no piso é um atrativo para os clientes que gostam de pisos personalizados.

Tenho certeza que depois deste post ficou muito mais fácil escolher o seu próximo piso de madeira, não é mesmo? São muitas as opções disponíveis no mercado, e todas elas contam com as maravilhosas vantagens de se ter um piso de madeira, como durabilidade, segurança, fácil limpeza, decoração etc.

domingo, 17 de março de 2013

Pisos e Revestimentos Cerâmicos

 

Fonte: http://www.casasaopedro.com.br/dicas_pisos.htm

Piso ou revestimento?

imageAs diferenças básicas entre piso e revestimento cerâmico é com relação ao formato e aplicação. Os pisos, como o nome já diz, são para serem aplicados no chão e praticamente todos são quadrados, com medidas que variam entre 30 x 30cm até 50 x 50cm, existindo modelos ainda maiores. Já os revestimentos podem ser aplicados tanto no chão quanto na parede, dependendo da sua resistência, e são na maioria de formato retangular de várias proporções. Existem ainda os revestimentos quadrados, como as pastilhas de 10 x 10cm, que são usados apenas nas paredes.
Além dos pisos e revestimentos existem outras peças cerâmicas, como azulejos, rodapés, faixas, listellos, tozettos e outras pequenas peças onde a qualidade do esmalte nem sempre é relevante.

A resistência do esmalte cerâmico

Quando falamos em resistência do esmalte cerâmico, nos referimos à qualidade do acabamento da superfície da cerâmica. A sigla P.E.I. - Porcelain Enamel Institute - é usada para classificar a resistência do esmalte do piso ou revestimento. Para cada ambiente é recomendado um nível P.E.I. diferente. A classificação P.E.I. é numérica e vai de 1 a 5:

PEI 1 - Indica um esmalte frágil, geralmente encontrado em azulejos, não aceitando nenhum tipo de atrito. Ideal para aplicação em paredes ou em locais com praticamente nenhum tráfego, como pequenos quartos onde usa-se chinelos, por exemplo.

PEI 2 - Os pisos e revestimentos com esta classificação são ideais para aplicação em paredes ou em locais com pouquíssimo tráfego, como pequenos quartos onde usa-se chinelos, por exemplo.

PEI 3 - Este é o tipo mais usado em residências, por suportar pequeno tráfego. Pode ser colocado em praticamente todos os cômodos da casa, como quartos, sala, cozinha e banheiros.

PEI 4 - Com um esmalte mais resistente, os pisos com esta classificação são ideais para corredores de maior tráfego, entradas, áreas externas e garagens cobertas ou não.

PEI 5 - Nesta classificação estão os pisos com o esmalte mais resistente, perfeito para o alto tráfego de pessoas, como lojas, restaurantes, lanchonetes, escritórios, consultórios ou até mesmo shoppings e pequeno tráfego de veículos.

PEI x Qualidade do piso

A classificação PEI refere-se apenas à qualidade do esmalte do piso e não a resistência da peça em si. Para ser mais prático, um piso PEI 5 é mais resistente a riscos com pedras ou arrastar de objetos pesados do que um PEI 3, por exemplo; mas isto não quer dizer que o PEI 5 suporta um peso de um caminhão. A resistência a peso implica em outros fatores, como a qualidade da cerâmica, forma e materiais usados no assentamento, qualidade da base do piso, entre outros.

Se o PEI 5 é o melhor, porque comprar um piso de PEI inferior?

Os pisos PEI 5 são normalmente projetados especialmente para uso externo e possuem algumas características típicas destas aplicações, como superfície anti-derrapante, grandes dimensões (40 x 40cm ou mais), maior resistência a peso e outros. Isso torna os pisos PEI 5 não muito adequados para uso residencial, salvo áreas como quintais e garagens. Outro fator a ser considerado é seu preço mais elevado, em vista das suas qualidades.

Cuidados com a limpeza

Pisos e revestimentos cerâmicos de qualidade são muito resistentes, mas nem por isso pode-se limpá-los com qualquer produto. Mesmo num PEI 5 não recomenda-se o uso de qualquer ácido para limpeza, mesmo porque, devido a baixa aderência que o esmalte proporciona, dificilmente a sujeira "gruda" no piso. Na cozinha, por exemplo, opte por pisos e revestimentos lisos e brilhantes, que são bem mais fáceis de limpar. Confira abaixo uma tabela com alguns tipos de manchas e os produtos indicados para sua remoção:

Tipos de manchas

Produto para limpeza

Graxas e óleos

Água quente e detergente alcalino

Tintas

Removedor de tintas

Ferrugem

Água sanitária e saponáceo

Café

Água sanitária ou saponáceo

Tinta de caneta

Solvente orgânico (acetona, benzina)

Borracha de pneus

Solvente orgânico (aguaraz) ou saponáceo

Cerveja ou vinho

Detergente alcalino ou detergente com abrasivo ou água sanitária

OBS: o uso de ácidos nos pisos podem corroer o esmalte do piso ou revestimento, tornando-o poroso e mais vulnerável.