quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CHAPAS NATUROCIMENTO

 

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Nota: a presente ficha informativa, apesar de ser a descrição de um produto português, contem em seu bojo informações de grande importância para os construtores e profissionais de engenharia brasileiros que podem empregar em seus projetos, materiais senão iguais, pelo menos similares, fabricados no Brasil.

 

As chapas e acessórios P177, pela sua elevada resistência física, mecânica e química, têm um leque de aplicações quase ilimitado, nomeadamente em coberturas e revestimentos verticais de edifícios agrícolas, fabris e urbanos, pavilhões desportivos, instalações militares, etc. São também usados para impermeabilização e isolamento de lajes de cobertura e empenas de edifícios.

Download: http://www.gsantiago.com/catalogo/coberturasp177_2.pdf

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

SUBTELHA NATUROCIMENTO

imageNota: a presente ficha informativa, apesar de ser a descrição de um produto português, contem em seu bojo informações de grande importância para os construtores e profissionais de engenharia brasileiros que podem empregar em seus projetos, materiais senão iguais, pelo menos similares, fabricados no Brasil.

Download: http://www.construlink.com/LogosCatalogos/cimianto_subtelha_soutuile_ficha_tecnica_ed2006_2009.pdf?random=1879760057

domingo, 13 de janeiro de 2013

Naturocimento

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Por Nuno Dias

O Naturocimento apresenta-se como um material isento de amianto na sua composição, o que desde logo permite olhar para este produto sem qualquer desconfiança, ao contrário do que geralmente acontece em relação ao fibrocimento.

O Naturocimento é constituído por:

. Cimento Portland, de alta qualidade

. Fibras de reforço PVA (polivinil álcool)

. Fibras de celulose

. Sílica amorfa

. Aditivos

. Água

Este material é aplicável tanto em exteriores como em interiores e apresenta elevada rentabilidade pela fácil aplicação dos seus produtos finais e por não requerer posterior manutenção.

clip_image005Os campos de aplicação são os seguintes:

. Chapas e acessórios de cobertura e revestimento

. Coberturas subtelha

. Acessórios para condutas de ventilação

O Naturocimento, em qualquer área da sua aplicação, apresenta vantagens suplementares em relação aos restantes produtos directamente concorrentes, devido às características técnicas que possui.

As características gerais do Naturocimento identificam-no como:

. Incombustível

. Impermeável

. Imputrescível

. Resistente a elevados esforços de compressão, tracção e flexão

. Resistente a altas e baixas temperaturas

. Elevada duração e reduzida conservação

. Inatacável por insectos, bactérias ou fungos

. Resistente à corrosão de agentes externos

. Inoxidável

. Quimicamente estável

. Não suscita interferências electromagnéticas

clip_image002Como nota pessoal penso que a característica incombustível é de grande importância. Sendo este material muito utilizado em revestimentos de pavilhões, esta característica pode permitir que se um pavilhão arder os restantes não sejam afectados.

Na prática não sei até que ponto isto pode ser verdade, mas deixo a sugestão a quem tem aplicado revestimentos metálicos de nos elucidar  sobre quais as melhores soluções, desde este naturocimento a revestimentos em outros tipos de chapas metálicas também muito utilizados.

· Fonte: Cimianto

domingo, 6 de janeiro de 2013

Informação de seu interesse!

Nota: dentre as inúmeras besteiras e porcarias que recebemos em nosso endereço do e-mail, algumas coisas se destacam e merecem ser realmente divulgados, posto que de utilidade pública. O texto abaixo é um destes que se enquadram naqueles que são úteis. Antromsil.

De: Marcia Moreno 

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Gente, recebi este e-mail e estou repassando por que informação boa nunca é demais.

Conselho de advogado (Gratuito), principalmente se você foi roubado. Vale pena ler!

 

Bons motivos para repassar:

1 - Até que enfim um bom conselho de advogado;

2 - DE GRAÇA! (Essa é para espantar ainda +)

3 - O conteúdo é relevante.

* Repassamos piadas a todo momento, porém quando podemos ajudar aos outros, esquecemos.

 

CONSELHO DE ADVOGADO

Um advogado fez circular a seguinte informação para os empregados de seu escritório:

1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva 'SOLICITAR RG'.

2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa.

Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.

3. Tire Xerox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc. Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Sabe-se de muitas histórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc., roubados.clip_image004

Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês. Dentro de uma semana, os ladrões compraram um caro pacote de telefone celular, contrataram um cartão de crédito VISA, tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira...


E MAIS...

4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.

Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.


5.
Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc.,foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas,e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma).

Mas, aqui está o que é talvez mais importante que tudo:

6. Chame imediatamente o SPC (11-3244-3030) e SERASA (11-33737272) e outros órgãos de crédito (se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF. Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicação para empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada,e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..

clip_image006Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito. Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum dos quais - eu soube - depois que eu coloquei o alerta. Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira. Este fim de semana alguém a devolveu para mim.Esta ação parece ter feito eles desistirem.

Passamos para frente muitas piadas pela Internet... Mas se você estiver disposto a passar esta informação, todo mundo sairá ganhando, inclusive você, pela satisfação de ter feito algo de bom pelo seu semelhante.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Coberturas: os diversos tipos e suas características

http://www.metalica.com.br/coberturas-os-diversos-tipos-e-suas-caracteristicas

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1 – CONCEITO

Segundo a Morfologia das Estruturas (do Grego: Morfo = Forma, e Lógia = Estudo), as coberturas são estruturas que se definem pela forma, observando as características de função e estilo arquitetônico das edificações. As coberturas têm como função principal a proteção das edificações, contra a ação das intempéries, atendendo às funções utilitárias, estéticas e econômicas. Em síntese, as coberturas devem preencher as seguintes condições:

a) funções utilitárias: impermeabilidade, leveza, isolamento térmico e acústico;

b) funções estéticas: forma e aspecto harmônico com a linha arquitetônica, dimensão dos elementos, textura e coloração;

c) funções econômicas: custo da solução adotada, durabilidade e fácil conservação dos elementos.

Para a especificação técnica de uma cobertura ideal, o profissional deve observar os fatores do clima (calor, frio, vento, chuva, granizo, neve etc.), que determinam os detalhes das coberturas, conforme as necessidades de cada situação.

Entre os detalhes a serem definidos em uma cobertura, deverá ser sempre especificado, o sistema de drenagem das águas pluviais, por meio de elementos de proteção, captação e escoamento, tais como:

a) detalhes inerentes ao projeto arquitetônico: rufos, contra-rufos, calhas, coletores e canaletas;

b) detalhes inerentes ao projeto hidráulico: tubos de queda, caixas de derivação e redes pluviais.

2 – TIPOS DE COBERTURAS

De acordo com os sistemas construtivos das coberturas, ou seja, quanto às características estruturais determinadas pela aplicação de uma técnica construtiva e/ou materiais utilizados, podemos classificar as coberturas em:

2.1 – Naturais

a) coberturas minerais: são materiais de origem mineral, tais como pedras em lousas (placas), muito utilizadas na antigüidade (castelos medievais) e mais  recentemente apenas com finalidade estética em superfícies cobertas com acentuada declividade (50% < d >100 %). Atualmente, vem sendo substituída por materiais similares mais leves e com mesmo efeito arquitetônico (placas de cimento amianto);

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b) coberturas vegetais rústicas (sapé): de uso restrito a construções provisórias ou com finalidade decorativa, são caracterizadas pelo uso de folhas de árvores, depositadas e amarradas sobre estruturas de madeiras rústicas ou beneficiadas.

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c) coberturas vegetais beneficiadas: podem ser executadas com pequenas tábuas (telhado de tabuinha) ou por tábuas corridas superpostas ou ainda, em chapas de papelão betumado;

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d) coberturas com membranas: caracterizadas pelo uso de membranas plásticas (lonas), assentadas sobre estruturas metálicas ou de madeiras ou atirantadas com cabos de aço - tensoestruturas, ou ainda, por sistemas infláveis com a utilização de motores insufladores;

e) coberturas em malhas metálicas: caracterizadas por sistemas estruturais sofisticados, em estruturas metálicas articuladas, com vedação de elementos plásticos, acrílicos ou vidros.

f) coberturas tipo cascas: caracterizadas por estruturas de lajes em arcos, em concreto armado, tratadas com sistemas de impermeabilização;

g) terraços: estruturas em concreto armado, formadas por painéis apoiados em vigas, tratados com sistemas de impermeabilização, isolamento térmico e assentamento de material para piso, se houver tráfego;

h) telhados: são as coberturas caracterizadas pela existência de uma armação - sistema de apoio de cobertura, revestidas com  telhas (materiais de revestimento). É o sistema construtivo mais utilizado na construção civil, especialmente nas edificações.

3 – COBERTURAS PLANAS

As coberturas planas são caracterizadas por superfícies planas, ou planos de cobertura, também denominados de panos ou águas de uma cobertura. Na maior parte dos casos, os planos de cobertura têm inclinações (α - ângulo) iguais e, portanto, declividades (d%) iguais. No caso do  revestimento superior de uma edificação ter inclinação máxima de α = 75°, a área é identificada como cobertura.

Para α > 75° o revestimento é denominado fechamento lateral.
A cobertura deve ter inclinação mínima que permita o escoamento das águas das chuvas, e direcionadas segundo o plano (projeto) de captação dessas águas. As coberturas horizontais têm inclinação entre 1 a 3% e as consideradas inclinadas tem caimento igual ou maior de 3%. Quanto à inclinação das coberturas, as mesmas podem ser classificadas em:

a) coberturas com pequenas declividades, denominadas terraços;

b) coberturas em arcos;

c) coberturas planas em superfícies inclinadas, determinadas por painéis de captação d’água.

Os sistemas de apoio de coberturas planas podem ser executados em: madeira, metal ou concreto armado (podendo ser misto, também). A escolha e definição do material são determinadas pelas exigências técnicas do projeto, como o estilo, a função, o custo, vão de sustentação, etc. Quanto à definição estrutural, as armações de coberturas podem ser executadas com os seguintes sistemas:

a) em Madeira:

Sistema de vigas e arcos treliçados em madeira maciça

Sistema de vigas e arcos treliçados em madeira colada

Sistema de treliças tipo tesouras

Sistema tipo cavalete

b) em Metal:

Sistemas de vigas e arcos treliçados

Sistemas de estruturas especiais (treliças espaciais etc.)

c) em Concreto Armado:

Sistemas de vigas pré-moldadas

Sistemas de pórticos

Sistemas de estruturas especiais integradas

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Tipos de Cobertura

 

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Cartilha com informações importantes sobre os tipos de cobertura da UFRJ

Tipos de Cobertura (I) Telha cerâmica Telha fibrocimento Cobertura de concreto ...

Tipos de Telhas (IV) Fibrocimento (com amianto) Telha ondulada Telha Kalheta

 

Download: http://www.ufrrj.br/institutos/it/dau/profs/edmundo/Cobertura.pdf

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Tijolos e Blocos (cerâmica e concreto)

Arquitetando - Oficina de Projetos

http://arquitetandooficinadeprojetos.blogspot.com.br/2009/02/tipos-de-tijolos-e-blocos.html

SEGUNDA-FEIRA, 26 DE ABRIL DE 2010

imageTipos de tijolos e blocos

A escolha do tijolo ou bloco deve ser pautada pelo tipo mais adequado ao projeto, levando em consideração a resistência térmica, o peso das peças e o custo.

Ao analisar o custo, não pense somente no valor do bloco, mas no valor final das paredes. Para isso, considere a argamassa de assentamento e revestimento. Blocos ruins costumam ser mais baratos, mas dão prejuízo, pois a perda é grande e as imperfeições precisam ser corrigidas com aumento na espessura da massa.

Abaixo segue os materiais mais utilizados e suas medidas.

CERÂMICA

Geralmente são mais baratos e com bom desempenho térmico. A facilidade de ser encontrado e utilizado (não existe uma loja de materiais para construção que não venda o material e um pedreiro que não saiba trabalhar com ele) é outra de suas vantagens. No entanto, a falta de padronização da maior parte das peças gera muitas quebras para encaixe durante a obra, contribuindo com o desperdício e produção de entulho.

 

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Medidas: 5,7x9x19

Rendimento: 46 peças/m² (parede 5,7 cm)

Rendimento: 84 peças/m² (parede 9 cm)

Rendimento: 159 peças/m² (parede 19 cm)

Perda: 10%

 

Se a idéia é deixar a alvenaria aparente, invista nos vários modelos e cores de tijolos maciços, mas não se esqueça de protegê-los contra a umidade.

Neste caso, a porosidade e o desgaste natural dos tijolos permitem lascas e infiltrações que podem comprometer as paredes. Para evitar este problema é necessária a aplicação de vernizes e selantes que impermeabilizam o material, retardando seu desgaste e protegendo-o contra as intempéries.

Entre os materiais mais utilizados estão o silicone líquido (ex. Acquela), que penetra no tijolo sem alterar sua aparência. Como o material não forma um filme selador, permite que o material "respire". Sua aplicação deve ser feita com trincha e dura até dois anos.

Outra alternativa são as resinas acrílicas à base de solvente, aplicadas com rolo de lã de pêlos curtos. Elas oferecem maior durabilidade, mas escurecem a superfície. Conforme a resina, pode-se obter um efeito brilhante, semi-brilhante ou acetinado. 

Antes da aplicação impermeabilizante é necessário que os tijolos estejam limpos. Para isso, aplique uma solução de 30% de cloro e 70% de água com vassoura piaçava e deixe secar. Caso persistam algumas manchas, remova-as com lixa de madeira nº 36.

Modelos especiais:

 

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Medidas: 9x19x19

Rendimento: 25 peças/m² (parede 9 cm)

Rendimento: 47 peças/m² (parede 19 cm)

Perda: 10% 

 

As ranhuras do tijolo baiano facilitam a aderência da argamassa e os furos diminuem seu peso, além de contribuírem para o isolamento térmico da parede.

 

Apesar de ser barato, a parede pode sair cara quando computados acabamentos e perdas.

 

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Medidas: 11,5x14x24

Rendimento: 26,5 peças/m²

Medidas: 14x19x29

Rendimento: 16,5 peças/m²

Medidas: 19x19x39

Rendimento: 12,5 peças/m²

 

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Medidas: 9x19x39; 14x19x39; 19x19x39

Rendimento: 13 peças/m²

Perda: 3%

Este é o modelo utilizado para alvenaria estrutural (exceto a peça com 9 cm).

 

 

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Medidas: 5,5x11x23,5

Rendimento: 65 peças/m² (parede 11 cm)

Rendimento: 133 peças/m² (parede 23,5 cm)

Perda: 3% 

 

O tijolo laminado pode ser aplicado em alvenaria aparente, pois, ao mesmo tempo que sua superfície lisa confere bom acabamento, não permite a aplicação de argamassa de revestimento. No entanto, seu assentamento é mais caro, pois os furos absorvem grande quantidade de argamassa.

 

CONCRETO

Estes blocos tem como inconveniente o peso, que dificulta o transporte na obra, e o desempenho térmico inferior ao do bloco cerâmico. No entanto, seu isolamento acústico é bom, o consumo de argamassa é menor que o bloco cerâmico e seu tempo para assentamento é reduzido, além da possibilidade de poderem ficar aparentes, dispensando gastos com acabamento.

São muito utilizados para construção de muros de arrimo e piscinas.

 

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Medidas: 6,7x19x39; 9x19x39; 11,5x19x39; 14x19x39;19x19x39

Rendimento: 13,10 peças/m²

Perda: 5%

 

CONCRETO CELULAR clip_image026

Criado na Europa, o material possui a aparência de uma espuma endurecida e caracteriza-se pela sua leveza (aproximadamente 550kg/m³ contra 1400Kg/m³ do tijolo comum), sendo muito utilizado em reformas onde não se pode sobrecarregar a estrutura existente. Possui bom desempenho térmico devido aos seus poros, no entanto, o isolamento acústico é baixo por seu peso reduzido.

As medidas variam segundo os fabricantes.

 

 

Nota do blog Assenotec: Evidentemente que estes são apenas uma pequena amostra de todos os tipos existentes que variam ao infinito, conforme o tipo de fabricação, a região, o tipo de material empregado etc.

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Fonte:

Revista Construção do começo ao fim

Revista Arquitetura & Construção março/2002

Revista Arquitetura & Construção novembro/2006

Tabela de Composições de Preços para Orçamentos (TCPO)

Olaria Clini

 

Para quem quiser conhecer um pouco mais do assunto, sugiro a leitura das reportagens abaixo:

Blocos Cerâmicos - Aprenda a calcular a quantidade certa de blocos cerâmicos para alvenaria

Tijolo maciço cerâmico - Como calcular a quantidade de tijolos para fazer paredes de alvenaria

IPT responde - Alvenaria

Ler mais:http://arquitetandooficinadeprojetos.blogspot.com/2009/02/tipos-de-tijolos-e-blocos.html#ixzz2G85sqaur

domingo, 23 de dezembro de 2012

Boas Festas!

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Caros amigos

Desejo a todos os leitores deste blog, por ocasião das datas festivas deste final de ano, os meus mais sinceros votos de um Feliz Natal e um ano novo de muitas venturas, paz, saúde e harmonia.

Que deus nos abençôe e nos dê a ajuda necessária ao nosso aprimoramento moral. Assim seja!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Métodos de Irrigação – parte 2

http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Milho/CultivodoMilho/imetodos.htm

Camilo de Lelis Teixeira de Andrade Ricardo A. L. Brito

 

Figura meramente ilustrativa

Deslocamento Linear

A lateral tem estrutura e mecanismo de deslocamento similar à do pivô central, mas desloca-se continuamente, em posição transversal e na direção longitudinal da área. Todas as torres deslocam-se com a mesma velocidade. O suprimento de água é feito através de canal ou linha principal, dispostos no centro ou na extremidade da área. A água é succionada diretamente do canal, ou mangueiras são empregadas para conectar hidrantes da linha principal à linha lateral. A bomba desloca-se junto com toda a lateral, o que requer conexões elétricas mais complicas ou a utilização de motores de combustão interna (Figura 10). É recomendado para áreas retangulares planas e sem obstrução.

LEPA

São sistemas tipo pivô central ou deslocamento linear, equipados com um mecanismo de aplicação de água mais eficiente. No LEPA ("low energy precision application"), as laterais são dotadas de muitos tubos de descida, onde são conectados bocais que operam com pressão muito baixa. A água é aplicada diretamente na superfície do solo, o que reduz as perdas por evaporação e evita o molhamento das plantas. O solo deve ter alta taxa de infiltração, ou ser preparado com sulcos e microdepressões (Figura 11).

Irrigação Localizada

No método da irrigação localizada, a água é, em geral, aplicada em apenas uma fração do sistema radicular das plantas, empregando-se emissores pontuais (gotejadores), lineares (tubo poroso ou "tripa") ou superficiais (microaspersores). A proporção da área molhada varia de 20 a 80% da área total, o que pode resultar em economia de água. O teor de umidade do solo pode ser mantido alto, através de irrigações freqüentes e em pequenas quantidades, beneficiando culturas que respondem a essa condição, como é o caso da produção de milho verde. O custo inicial é relativamente alto, tanto mais alto quanto menor for o espaçamento entre linhas laterais, sendo recomendado para situações especiais, como pesquisa, produção de sementes e de milho verde. É um método que permite automação total, o que requer menor emprego de mão-de-obra na operação. Os principais sistemas de irrigação localizada são o gotejamento, a microaspersão e o gotejamento subsuperficial. A seguir, apresenta-se os sistemas mais usados.

Gotejamento

No sistema de gotejamento, a água é aplicada de forma pontual na superfície do solo. Os gotejadores podem ser instalados sobre a linha, na linha, numa extensão da linha, ou ser manufaturados junto com o tubo da linha lateral, formando o que popularmente denomina-se "tripa". A vazão dos gotejadores é inferior a 12 l/h.

A grande vantagem do sistema de gotejamento, quando comparado com o de aspersão, é que a água, aplicada na superfície do solo, não molha a folhagem ou o colmo das plantas (Figura 12). Comparado com o sistema subsuperficial, as vantagens são a facilidade de instalação, inspeção, limpeza e reposição, além da possibilidade de medição da vazão de emissores e avaliação da área molhada. As maiores desvantagens são os entupimentos, que requerem excelente filtragem da água e a interferência nas práticas culturais quando as laterais não são enterradas.

Subsuperficial

Atualmente, as linhas laterais de gotejadores ou tubos porosos estão sendo enterrados, de forma a permitir a aplicação subsuperficial da água. A vantagem desse sistema é a remoção das linhas laterais da superfície do solo, o que facilita o tráfego e os tratos culturais, além de vida útil maior (Figura 13). A área molhada na superfície não existe ou é muito pequena, reduzindo ainda mais a evaporação direta da água do solo. As limitações desse sistema são as dificuldades de detecção de possíveis entupimentos, ou reduções nas vazões dos emissores.

A instalação das laterais pode ser mecanizada, o que permite utilizar o sistema em grandes áreas.

Subirrigação

Com a subirrigação, o lençol freático é mantido a uma certa profundidade, capaz de permitir um fluxo de água adequado à zona radicular da cultura. Geralmente, está associado a um sistema de drenagem subsuperficial. Havendo condições satisfatórias, pode-se constituir no método de menor custo. No Brasil, esse sistema de irrigação tem sido empregado com relativo sucesso no projeto do Formoso, Estado de Tocantins.

Seleção do Método de Irrigação

O primeiro passo no processo de seleção do sistema de irrigação mais adequado, para uma certa situação, consiste em selecionar antes o método de irrigação. Vários fatores podem afetar a seleção do método de irrigação. Os principais são sumarizados na Tabela 1 e discutidos a seguir, juntamente com outros fatores importantes.

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Topografia

Se a área a ser irrigada é plana ou pode ser nivelada sem gasto excessivo, pode-se empregar qualquer um dos quatro métodos. Se a área não é plana, deve-se limitar ao uso de aspersão ou localizada, para os quais a taxa de aplicação de água pode ser ajustada para evitar erosão. O método de irrigação por superfície pode ser desenvolvido em áreas com declividades de até 15%. Aspersão pode ser empregada em áreas de até 30%, enquanto gotejamento pode ser implementado em áreas com declives de até 60% (Figura 14).

A presença de obstrução na área (rochas, vossorocas, construções) dificulta o emprego do método de superfície e subirrigação, mas pode ser contornada com os métodos de aspersão e, principalmente, com o método de irrigação localizada.

Áreas com formato e declividade irregulares são mais facilmente irrigáveis com métodos de aspersão e localizada do que com o método de superfície.

Solos

Solos com velocidade de infiltração básica maior que 60 mm/h devem ser irrigados por aspersão ou com irrigação localizada. Para velocidades de infiltração inferiores a 12 mm/h, em áreas inclinadas, o método mais adequado é o da irrigação localizada. Para valores intermediários de velocidade de infiltração, os quatro métodos podem ser empregados.

Nos casos em que os horizontes A e B são pouco espessos, deve-se evitar a sistematização (prática quase sempre necessária nos sistemas de irrigação por superfície), de forma a evitar a exposição de horizontes com baixa fertilidade. No caso de lençol freático alto, deve-se dar preferência a métodos de irrigação por superfície ou subirrigação. Entretanto, em solos com problemas potenciais de salinidade, deve-se evitar os métodos de superfície e subirrigação, dando-se preferência aos métodos de aspersão e localizada.

O emprego de irrigação por aspersão ou localizada, em solos com reduzida capacidade de retenção de água, em geral, propicia melhor eficiência.

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Continua…

domingo, 16 de dezembro de 2012

Métodos de Irrigação – parte 1

Nota: O presente artigo, por ser muito extenso, será dividido em partes.

http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Milho/CultivodoMilho/imetodos.htm 

Camilo de Lelis Teixeira de Andrade Ricardo A. L. Brito

Métodos de Irrigação – Milho

O interesse pela irrigação, no Brasil, emerge nas mais variadas condições de clima, solo, cultura e socioeconomia. Não existe um sistema de irrigação ideal, capaz de atender satisfatoriamente todas essas condições e interesses envolvidos. Em conseqüência, deve-se selecionar o sistema de irrigação mais adequado para uma certa condição e para atender os objetivos desejados. O processo de seleção requer a análise detalhada das condições apresentadas (cultura, solo e topografia), em função das exigências de cada sistema de irrigação, de forma a permitir a identificação das melhores alternativas.

Com a expansão rápida da agricultura irrigada no Brasil, muitos problemas têm surgido, em conseqüência do desconhecimento das diversas alternativas de sistemas de irrigação, conduzindo a uma seleção inadequada do melhor sistema para uma determinada condição. Este problema tem causado o insucesso de muitos empreendimentos, com conseqüente frustração de agricultores com a irrigação e, muitas vezes, a degradação dos recursos naturais.

Principais Métodos e Sistemas de Irrigação

Método de irrigação é a forma pela qual a água pode ser aplicada às culturas. Basicamente, são quatro os métodos de irrigação: superfície (Figura 1), aspersão (Figura 2), localizada (Figura 3) e subirrigação. Para cada método há dois ou mais sistemas de irrigação, que podem ser empregados. A razão pela qual há muitos tipos de sistemas de irrigação é devido à grande variação de solo, clima, culturas, disponibilidade de energia e condições socioeconômicas para as quais o sistema de irrigação deve ser adaptado. Uma abordagem detalhada dos métodos e sistemas de irrigação e suas adaptabilidades às mais diversas condições de clima, solo e culturas é feita no documento "Seleção do Sistema de Irrigação". Nesse tópico serão comentados apenas os métodos e sistemas mais apropriados para a cultura do milho.

 

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Fig. 1 – Irrigação por superfície

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Fig. 2 – Irrigação por asperção

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Fig. 3 – Irrigação localizada

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Fig. 4 – Ir. p Superfície por sulcos

 

Irrigação por Superfície

No método de irrigação por superfície, a distribuição da água se dá por gravidade através da superfície do solo. As principais vantagens do método de superfície são:

(1) - menor custo fixo e operacional;

(2) - requer equipamentos simples;

(3) - não sofre efeito de vento;

(4) - menor consumo de energia quando comparado com aspersão;

(5) - não interfere nos tratos culturais;

(6) - permite a utilização de água com sólidos em suspensão.

As principais limitações são:

(1) - dependência de condições topográficas;

(2) - requer sistematização do terreno;

(3) - o dimensionamento envolve ensaios de campo

(4) - o manejo das irrigações é mais complexo;

(5) - requer freqüentes reavaliações de campo para assegurar bom desempenho;

(6) - se mal planejado e mal manejado, pode apresentar baixa eficiência de distribuição de água

(7) - desperta pequeno interesse comercial, em função de utilizar poucos equipamentos.

Para a cultura do milho, o sistema de irrigação por superfície mais apropriado é o de sulcos, os quais são localizados entre as fileiras de plantas, podendo ser um sulco para cada fileira ou um sulco para duas fileiras (Figura 4). Nos terrenos com declividade de até 0,1%, os sulcos podem ser em nível, ou com pequena declividade. Para declividades de até 15%, os sulcos podem ser construídos em contorno ou em declive, o que permite lances de sulcos com comprimento maior.

 

Irrigação por Aspersão

No método da aspersão, jatos de água lançados ao ar caem sobre a cultura na forma de chuva. As principais vantagens dos sistemas de irrigação por aspersão são:

(1) - facilidade de adaptação às diversas condições de solo e topografia;

(2) - apresenta potencialmente maior eficiência de distribuição de água, quando comparado com o método de superfície;

(3) - pode ser totalmente automatizado;

(4) - pode ser transportado para outras áreas;

(5) - as tubulações podem ser desmontadas e removidas da área, o que facilita o tráfego de máquinas.

As principais limitações são:

(1) - os custos de instalação e operação são mais elevados que os do método por superfície;

(2) - pode sofrer influência das condições climáticas, como vento e umidade relativa;

(3) - a irrigação com água salina, ou sujeita a precipitação de sedimentos, pode reduzir a vida útil do equipamento e causar danos a algumas culturas;

(4) - pode favorecer o aparecimento de doenças em algumas culturas e interferir com tratamentos fitossanitários;

(5) - pode favorecer a disseminação de doenças cujo veículo é a água.

Os sistemas mais usados de irrigação por aspersão são apresentados e discutidos a seguir.

 

Aspersão Convencional

Podem ser fixos, semifixos ou portáteis. Nos sistemas fixos, tanto as linhas principais quanto as laterais permanecem na mesma posição durante a irrigação de toda a área. Em alguns sistemas fixos, as tubulações são permanentemente enterradas.

Nos sistemas semifixos, as linhas principais são fixas (geralmente enterradas) e as linhas laterais são movidas, de posição em posição, ao longo das linhas principais. Nos sistemas portáteis, tanto as linhas principais quanto as laterais são móveis (Figura 5).

 

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Fig. 5 – Sistema de Irrigação por Aspersão

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Fig 6 - Utilização de minicaminhões

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Fig. 7 – Sistema Autopropelido

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Fig. 8 – Pivô Central – vista inferior

Os sistemas semifixos e portáteis requerem mão-de-obra para mudança das linhas laterais. São recomendados para áreas pequenas, geralmente com disponibilidade de mão-de-obra familiar. Todavia, é possível utilizar minicanhões no lugar dos aspersores, o que permite a irrigação de áreas maiores, em condições de pouco vento e quando a uniformidade da irrigação não é crucial (Figura 6).

Autopropelido

Um único canhão ou minicanhão é montado num carrinho, que se desloca longitudinalmente ao longo da área a ser irrigada. A conexão do carrinho aos hidrantes da linha principal é feita por mangueira flexível. A propulsão do carrinho é proporcionada pela própria pressão da água (Figura 7). É o sistema que mais consome energia e é bastante afetado por vento, podendo apresentar grande desuniformidade na distribuição da água. Produz gotas de água grandes que, em alguns casos, pode causar problemas de encrostamento da superfície do solo. Existe também o risco de as gotas grandes promoverem a queda de flores e pólen de algumas culturas. Presta-se para irrigação de áreas retangulares de até 70 ha, com culturas e situações que podem tolerar menor uniformidade da irrigação.

Pivô Central

Consiste de uma única linha lateral, que gira em torno do centro de um círculo (pivô). Segmentos da linha lateral metálica são suportados por torres em formato de "A" e conectados entre si por juntas flexíveis. Um pequeno motor elétrico, colocado em cada torre, permite o acionamento independente destas (Figura 8). O suprimento de água é feito através do ponto pivô, requerendo que a água seja conduzida até o centro por adutora enterrada, ou que a fonte de água esteja no centro da área. Pivôs podem ser empregados para irrigar áreas de até 117 ha. O ideal, todavia, é que a área não ultrapasse 50 a 70 ha, embora o custo por unidade de área tende a reduzir à medida que aumenta a área. Quanto a limitações de topografia, alguns autores afirmam que, para vãos entre torres de até 30 metros, declividades de até 30% na direção radial podem ser suportadas, enquanto outros autores indicam que essa declividade máxima só pode ser tolerada na direção tangencial (ao longo dos círculos). Pivôs centrais com laterais muito longas, quando não corretamente dimensionados em função da taxa de infiltração da água no solo, podem apresentar sérios problemas de erosão no final da lateral, devido à alta taxa de aplicação de água necessária nessa área. Podem também apresentar problemas de "selamento" (impermeabilização) da superfície, em função da textura do solo. São sistemas que permitem alto grau de automação (Figura 9).

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Fig. 9 – Pivos Centrais

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Manual do Projetista

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Este manual foi concebido como instrumento que permita ao projetista dimensionar o SIS - Sistema de Irrigação Santeno®.
Apresenta através de uma linguagem técnica bastante simples, explicações, métodos e normas indispensáveis para o delineamento do Projeto de Irrigação.

Download: http://www.santeno.com.br/resources/pdf/manual_do_projetista.pdf

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

APOSTILA DE PROCESSOS 4

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PARTE 1: FUNDAMENTOS DE REOLOGIA DE MATERIAIS POLIMÉRICOS

Prof: GUILHERME BARRA

 

CAPÍTULO 1
FUNDAMENTOS DE REOLOGIA
1.1 DEFINIÇÃO DE REOLOGIA
A palavra Reologia é derivada do vocabulário grego, que significa:
Rheo = Deformação; Logia = Ciência ou Estudo
De uma maneira geral a Reologia, pode ser definida como a ciência que estuda o escoamento da matéria. Entretanto, a forma mais conveniente e completa de defini-la seria como a ciência que estuda a deformação e o fluxo da matéria.

Download: http://emc5744.barra.prof.ufsc.br/Reologia%20parte%201.pdf